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Empresário conhecido por aproximar líderes de diferentes países planeja encontro entre Lula e Trump

Mário Bernardo Garnero foi responsável pela aproximação entre o presidente Lula e o ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em 2002.

Cami Cardoso

31 de janeiro de 2025 às 09:46   - Atualizado às 10:28

Empresário conhecido por aproximar líderes de diferentes países planeja encontro entre Lula e Trump

Empresário conhecido por aproximar líderes de diferentes países planeja encontro entre Lula e Trump Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil e Shealah Craighead/White House

O empresário Mário Bernardo Garnero, proprietário do grupo de negócios internacionais BrasilInvest, planeja reunir os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump em um jantar no resort Mar-a-Lago, localizado na Flórida, que pertence ao ex-presidente dos Estados Unidos. Garnero está trabalhando ativamente para que o encontro aconteça no dia 17 de fevereiro.

A Experiência do empresário

Garnero possui vasta experiência em aproximar líderes de diferentes países. Em primeiro lugar, ele foi o responsável pela aproximação entre o presidente Lula e o ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Naquela época, as viagens contaram com a presença do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Além disso, o empresário teve a missão de suavizar as preocupações dos americanos em relação à política econômica do PT.

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Mais tarde, Garnero organizou um encontro entre Jair Bolsonaro e Donald Trump em 2020, também em Mar-a-Lago. Ele, portanto, tem uma longa história de relacionamento com líderes americanos, incluindo os ex-presidentes Bill Clinton e Ronald Reagan.

O Contexto Econômico do Encontro

O encontro entre Lula e Trump ocorre em um momento de tensões econômicas entre os dois países. Recentemente, Trump afirmou, em um evento para republicanos na Flórida, que o Brasil está entre os países que impõem altas tarifas e tentam "prejudicar" os Estados Unidos. Assim, a discussão sobre tarifas e taxas se intensificou.

Em resposta a essas declarações, o presidente Lula disse, durante uma coletiva de imprensa com jornalistas na última quinta-feira, 30, que, caso Trump tome medidas de taxação, o Brasil fará o mesmo. "Se ele taxar os produtos brasileiros, haverá reciprocidade do Brasil em taxar os produtos importados dos Estados Unidos. Não há nenhuma dificuldade", afirmou o presidente.

Deportação de Brasileiros

Além das questões econômicas, a relação entre Brasil e Estados Unidos também foi marcada por um episódio envolvendo a deportação de brasileiros. Um voo com cidadãos brasileiros deportados, após autorização de Trump, chegou ao Brasil no último sábado. Os deportados relataram maus-tratos, e o governo brasileiro repudiou o tratamento dado pelos americanos. Nesse sentido, a diplomacia brasileira está tentando negociar melhores condições para o retorno dos seus cidadãos.

Embaixada dos EUA no Brasil

Na quarta-feira, 29, o novo encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, Gabriel Escobar, pediu desculpas ao Itamaraty pela crise gerada pela deportação de brasileiros em condições degradantes. Em consequência disso, o governo brasileiro segue em busca de uma solução para evitar novos conflitos e garantir que episódios como este não se repitam.

Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.

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