Daniel Noboa e sua adversária, Luisa Gonzaléz. Foto: montagem/divulgação
Com 90% das atas apuradas, Daniel Noboa, candidato da direita, foi reeleito presidente do Equador, com 55,88% dos votos, derrotando a sua adversária, Luiza González, que obteve 44,12%.
“Este evento foi histórico, esta vitória também foi histórica, uma vitória de mais de dez pontos, uma vitória de mais de um milhão de votos, onde não há dúvidas de quem é o vencedor e que se baseou na perseverança, na luta, no trabalho de cada um dos membros desta equipe, desta equipe que busca este novo Equador”, afirmou Noboa.
O primeiro mandato do líder da direita equatoriana começou no dia 23 de novembro de 2023, depois que venceu as eleições convocadas após o então presidente Guillerme Lasso deixar o mandato após dissolver a Assembleia Nacional.
Luisa González denuncia que o seu opositor usou o órgão eleitoral e o Tribunal Contensioso Eleitoral (TCE) como instrumentos de campanha e questionou o uso do "estado de exceção".
“A Revolução Cidadã sempre aceitou os resultados, mas desta vez não os reconhecemos. Noboa usou as autoridades da CNE e do TCE para fazer o que queria, para atropelar a democracia, e depois declarou estado de emergência para garantir a fraude grotesca que estamos testemunhando”, disse.
O ex-presidente do país, Rafael Correa (2008-2017), também questionou os resultados por meio de suas redes sociais. “Todos sabem que esses resultados são impossíveis. Tivemos os mesmos 44% do primeiro turno. Esses mafiosos podiam ter disfarçado um pouco mais”, escreveu em seu perfil no X.
Parte da Secretaria Executiva da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA-TPC) questionou o estado de exceção decretado por Noboa no sábado, 12 de abril, véspera da votação.
“A Secretaria Executiva da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América condena categoricamente essas ações irregulares que apontam para a realização de uma fraude eleitoral premeditada”, diz o texto.
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Discussão ocorre no governo Trump e envolve críticas à atuação do ministro do STF em temas ligados às redes sociais.
O levantamento apontou que o STF e o Judiciário são os setores do Poder Público que estariam mais afetados negativamente pelo escândalo, segundo os questionados.
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