André Fernandes (PL) é o único apoiado oficialmente pelo ex-presidente, mas Capitão Wagner (UB) também é alinhado ideologicamente com o ex-chefe do Executivo.
Aliados de Bolsonaro lideram pesquisa para prefeito de Fortaleza Fotos: Reprodução/ Redes Sociais
O Instituto Veritá divulgou nesta nesta sexta-feira, 30 de agosto, uma pesquisa que aponta um segundo turno formado por dois candidatos de direita na disputa pela Prefeitura de Fortaleza.
André Fernandes (PL), apoiado oficialmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera o levantamento com 26,9% das intenções de votos.
Em segundo lugar aparece Capitão Wagner (UB), com 22,1%, seguido pelo atual prefeito que tenta reeleição, José Sarto (PDT), que possui 17,2%.
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Os candidatos Evandro Leitão (PT), com 16%, e Eduardo Girão (Novo), que tem 2,5%, aparecem logo depois. Os outros candidatos não alcançaram 1%.
Confira os números:
A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 26 de agosto, com 2.010 entrevistados, e possui uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo TRE-CE-08280/2024.
No começo de julho, outra pesquisa do Instituto Veritá mostrava que André Fernandes passou a liderar a corrida eleitoral para a Prefeitura de Fortaleza.
No cenário estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, André Fernandes liderava com 27,5% das intenções de voto. Ele era seguido por Capitão Wagner (União Brasil), que tinha 22,7%.
Evandro Leitão (PT) aparecia a frente do atual prefeito José Sarto (PDT), com 18,4%, enquanto Sarto aparecia com 15%.
Eduardo Girão (NOVO), Técio Nunes (PSOL) e Zé Batista (PSTU) estavam com 3,5%, 1,8% e 0,3%, respectivamente. Não não souberam ou responderam somavam 7,2%, e os votos brancos ou nulos, 3,7%.
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A decisão foi comunicada pelo Governo de Pernambuco à Justiça Eleitoral nesta terça-feira, 14 de abril, atendendo a uma solicitação do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.
O distanciamento do deputado em relação a setores da direita foi sua posição sobre o projeto de lei que trata da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Em março, o presidente marcava 46% em um eventual segundo turno enquanto o senador tinha 43%, empatados dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais.
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