Eduardo Moura druante confusão na Câmara do Recife. Foto: Reprodução
O vereador do Recife, Eduardo Moura (Novo), se posicionou sobre a polêmica em que se envolveu com um integrante do Sindicato Municipal Dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere) durante sessão na Câmara do Recife, na segunda-feira, 30 de junho.
Durante, a sessão realizada, na segunda-feira, 30 de junho, na Câmara Municipal do Recife para votar o reajuste salarial dos servidores do município, um integrante do Simpere (Sindicato Municipal Dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife), encorajado pelo sindicato, incitou manifestantes, no plenário, chamando o vereador Eduardo Moura (Novo) de racista e facista.
Tal acusação falsa e criminosa foi questionada pelo parlamentar, que indagou o comportamento agressivo e a imputação de crime de racismo, enquanto, falava na tribuna. Mesmo com os pedidos para que as acusações parassem, o integrante do sindicato continuou a chamar o parlamentar de racista.
Diante das acusações, o vereador Eduardo Moura anunciou que acionaria a Polícia Militar para levar os agressores à delegacia da Polícia Civil.
Dessa forma, o vereador desceu da tribuna para identificar os dois manifestantes. Curiosamente, ao sair da plenária se deparou com outras vereadoras do (PT) e do (PSOL) bloqueando o acesso às galerias.
A todo momento, o vereador Eduardo Moura se manteve calmo, porém acertado de que iria levar os agressores à delegacia. Mesmo com a permanência das agressões, em nenhum momento, o parlamentar alterou o tom de voz, mantendo-se calmo e pacífico.
Diante do fato, o vereador lamenta a postura das vereadoras do (PT) e (PSOL), que defendem agressores, que as mesmas alegam sempre combater.
O parlamentar defende a democracia e a liberdade de expressão, mas repudia toda e qualquer expressão contra a honra e dignidade de qualquer pessoa, inclusive de parlamentares. E rejeita veementemente qualquer tipo de ação ou comportamento desrespeitoso que incitem a desordem pública.
O vereador irá registrar boletim de ocorrência na Delegacia da Polícia Civil de Pernambuco para apurar criminalmente a ação realizada pelos integrantes sindicais envolvidos no caso.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O presidente destacou que o aluno que quiser se preparar militarmente deve estudar a mesma coisa que todos os brasileiros estudam.
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