Eduardo Moura faz b.o contra pessoas que o chamaram de racista. Foto: Reprodução
Na manhã desta terça-feira, 1º de julho, vereador do Recife, Eduardo Moura (Novo), informou que prestou um Boletim de Ocorrência após se sentir ofendido durante sessão plenária da Câmara Municipal, ocorrida na segunda-feira (30).
De acordo com o parlamentar, dois espectadores que estavam na galeria o chamaram de “fascista” e “racista” enquanto ele discursava na tribuna da Casa.
Segundo o vereador, um dos envolvidos no episódio é Ailson Lopes, secretário de Formação Política do Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere). A outra pessoa mencionada no boletim seria uma mulher, cuja identidade não foi revelada até o momento.
Eduardo Moura considerou as ofensas uma tentativa de caluniá-lo publicamente e declarou que, por isso, resolveu acionar a Polícia Civil de Pernambuco.
O parlamentar disse ainda que os insultos partiram de um grupo organizado que tem, segundo ele, agido de forma sistemática para constranger parlamentares que não compartilham das mesmas posições ideológicas.
Após a repercussão do episódio, o Simpere se manifestou por meio de comunicado oficial em suas redes sociais. No texto, o sindicato classificou a atitude do vereador como “intolerante” e “autoritária”.
A entidade afirmou que Eduardo Moura tenta criminalizar a manifestação popular e que a reação dele representa um ataque à liberdade de expressão.
Durante a sessão de segunda-feira, após o episódio, o presidente da Câmara, Romerinho Jatobá (PSB), suspendeu os trabalhos por cerca de 10 minutos para conter os ânimos no plenário.
Durante, a sessão realizada, na segunda-feira, 30 de junho, na Câmara Municipal do Recife para votar o reajuste salarial dos servidores do município, um integrante do Simpere (Sindicato Municipal Dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife), encorajado pelo sindicato, incitou manifestantes, no plenário, chamando o vereador Eduardo Moura (Novo) de racista e facista.
Tal acusação falsa e criminosa foi questionada pelo parlamentar, que indagou o comportamento agressivo e a imputação de crime de racismo, enquanto, falava na tribuna. Mesmo com os pedidos para que as acusações parassem, o integrante do sindicato continuou a chamar o parlamentar de racista.
Diante das acusações, o vereador Eduardo Moura anunciou que acionaria a Polícia Militar para levar os agressores à delegacia da Polícia Civil.
Dessa forma, o vereador desceu da tribuna para identificar os dois manifestantes. Curiosamente, ao sair da plenária se deparou com outras vereadoras do (PT) e do (PSOL) bloqueando o acesso às galerias.
A todo momento, o vereador Eduardo Moura se manteve calmo, porém acertado de que iria levar os agressores à delegacia. Mesmo com a permanência das agressões, em nenhum momento, o parlamentar alterou o tom de voz, mantendo-se calmo e pacífico.
Diante do fato, o vereador lamenta a postura das vereadoras do (PT) e (PSOL), que defendem agressores, que as mesmas alegam sempre combater.
O parlamentar defende a democracia e a liberdade de expressão, mas repudia toda e qualquer expressão contra a honra e dignidade de qualquer pessoa, inclusive de parlamentares. E rejeita veementemente qualquer tipo de ação ou comportamento desrespeitoso que incitem a desordem pública.
O vereador irá registrar boletim de ocorrência na Delegacia da Polícia Civil de Pernambuco para apurar criminalmente a ação realizada pelos integrantes sindicais envolvidos no caso.
O SIMPERE vem a público repudiar veementemente a atitude autoritária e persecutória do vereador Eduardo Moura (Novo), durante a sessão da Câmara Municipal realizada nesta segunda-feira, 30 de junho.
Durante o debate democrático nas galerias, professoras e professores expressaram sua indignação frente a um político que, em maio deste ano, protagonizou um dos episódios mais lamentáveis contra a liberdade de expressão e a luta antirracista: a retirada de uma bandeira com os dizeres “Por uma educação antirracista” da Escola Municipal Anita Paes Barreto. Um ato racista, violento, e em desacordo com os princípios da Constituição e das leis que garantem a liberdade sindical e o direito à educação com compromisso social.
Na tentativa de intimidar a manifestação legítima da categoria, o vereador acionou a Polícia Militar, criando um ambiente de intimidação e censura. O SIMPERE considera essa postura uma grave ameaça à democracia e à liberdade de organização dos trabalhadores e trabalhadoras da educação.
Não aceitaremos que nossa categoria seja criminalizada por exercer o direito à livre manifestação política e sindical. Os profissionais da educação do Recife têm lado: o lado da democracia, da justiça social e da luta antirracista. As galerias do povo não serão silenciadas por aqueles que tentam transformar o debate político em caso de polícia.
Seguiremos firmes na luta por uma escola pública crítica, democrática e antirracista, com liberdade de cátedra, valorização profissional e respeito à nossa atuação sindical.
O SIMPERE NÃO SE INTIMIDA PELAS AÇÕES DESTE VEREADOR!
SIMPERE — Forte, Plural e de Luta
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
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