Eduardo Bolsonaro nega financiamento de Vorcaro em filme sobre o pai e ataca imprensa Foto: Reprodução
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro usou suas redes sociais na última sexta-feira, 15 de maio, para negar categoricamente que tenha recebido recursos financeiros do empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
A manifestação em vídeo foi uma resposta direta a uma reportagem publicada no mesmo dia pelo site The Intercept Brasil. De acordo com o veículo, o político teria atuado como produtor-executivo de "Dark Horse", uma produção cinematográfica produzida nos Estados Unidos sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, e exercido controle sobre a gestão financeira do projeto, que estaria sob investigação da Polícia Federal (PF).
Eduardo classificou as acusações como "mentirosas" e afirmou que a publicação faz parte de um "vazamento seletivo" organizado para atacar a reputação da família Bolsonaro. Segundo ele, a antecipação das denúncias pelo site ocorreu devido ao anúncio de que a estreia do filme está prevista para o dia 11 de setembro deste ano.
No esclarecimento feito aos seus seguidores, o ex-parlamentar explicou como o projeto foi estruturado fora do Brasil. Segundo o relato, a ideia de fazer o filme surgiu anos atrás por sugestão do deputado federal Mario Frias (PL-SP).
O político justificou a escolha de montar a estrutura do longa-metragem nos Estados Unidos para evitar o que chamou de "perseguição sofrida no Brasil" e censura prévia.
Ele ainda destacou que o projeto conta com um elenco de renome internacional, incluindo o ator Jim Caviezel (protagonista de A Paixão de Cristo e Som da Liberdade), além de artistas com passagens por franquias como X-Men, Prison Break e Missão Impossível.
A matéria publicada pelo The Intercept Brasil apresenta documentos que contradizem parte da narrativa do ex-deputado. O site teve acesso a um contrato de produção datado de novembro de 2023, assinado digitalmente por Eduardo em janeiro de 2024, com a produtora americana GoUp Entertainment.
O documento colocava Eduardo Bolsonaro e Mario Frias formalmente à frente da produção executiva, prevendo envolvimento direto em decisões estratégicas de financiamento.
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Segundo o presidente do PT, "o texto estava sendo elaborado e o presidente tinha pedido para revisar várias coisas da proposta, então, estava em formulação".
Por unanimidade, ministros decidiram excluir publicações que relacionavam o presidente a facções criminosas sem apresentar contexto factual para sustentar as associações.
Proposta prevê pagamentos mensais de R$ 700 durante dez meses e depósitos anuais de R$ 2,5 mil para estudantes do ensino superior.
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