O parlamentar ainda falou que a decisão representa a perda de uma "janela de oportunidade" para que a sociedade brasileira pudesse "enfrentar seus próprios problemas estruturais".
Eduardo Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Foto: Pedro França/Agência Senado e Antonio Augusto/STF
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma nota em seu perfil no X (antigo Twitter) na qual afirmou ter recebido com “pesar” a decisão do governo dos Estados Unidos de retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e a esposa dele, Viviane Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky.
A medida foi anunciada nesta sexta-feira, 12 de dezembro. Segundo o parlamentar, a decisão representa a perda de uma “janela de oportunidade” para que a sociedade brasileira pudesse “enfrentar seus próprios problemas estruturais”.
"Recebemos com pesar a notícia da mais recente decisão anunciada pelo governo americano. Somos gratos pelo apoio que o presidente Trump demonstrou ao longo dessa trajetória e pela atenção que dedicou à grave crise de liberdades que assola o Brasil.
Lamentamos que a sociedade brasileira, diante da janela de oportunidade que teve em mãos, não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais. A falta de coesão interna e o insuficiente apoio às iniciativas conduzidas no exterior contribuíram para o agravamento da situação atual.
Esperamos sinceramente que a decisão do Presidente @realDonaldTrump seja bem-sucedida em defender os interesses estratégicos dos americanos, como é seu dever.
Quanto a nós, continuaremos trabalhando, de maneira firme e resoluta, para encontrar um caminho que permita a libertação do nosso país, no tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas. Que Deus abençoe a América, e que tenha misericórdia do povo brasileiro."
Nesta sexta-feira, 12 de dezembro, o governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e a esposa dele, Viviane de Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky.
Alexandre de Moraes havia sido incluído na lista em julho, enquanto Viviane de Moraes passou a constar entre os sancionados em 22 de setembro.
A Lex Institute também deixou de integrar a relação de sanções. Em nota divulgada anteriormente, o governo norte-americano afirmou que a instituição atuaria como uma “holding ligada a Moraes, sendo proprietária de sua residência, além de outros imóveis residenciais”.
A decisão representa a retirada formal de todas as sanções que haviam sido aplicadas aos nomes citados no âmbito da legislação americana.
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