Deputado federal Eduardo Bolsonaro. Foto: Câmara dos Deputados
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) chamou a polícia dos Estados Unidos na sexta-feira, 17 de outubro, após perceber a presença suspeita de dois homens em um carro estacionado em frente à sua residência.
Segundo o parlamentar, o motorista e o passageiro do veículo estavam “observando atentamente” sua casa e aparentavam tirar fotos com os celulares.
"Hoje à tarde, enquanto eu não estava em casa, minha esposa percebeu um carro com vidros escuros estacionado em frente à nossa residência. Dentro dele havia dois homens usando óculos escuros, observando atentamente a casa. Ela preferiu não comentar nada com minha sogra para não assustá-la, mas a situação era tão evidente que até ela acabou notando. O veículo permaneceu ali por um bom tempo, com os ocupantes em atitude suspeita, pareciam tirar fotos da casa ou manipular o celular de forma estranha", descreveu o congressista em post nas redes sociais.
O deputado Eduardo Bolsonaro relatou que, ao perceber a movimentação suspeita, os homens agiram de forma estranha ao deixarem o local.
"Quando decidiram sair, agiram de maneira incomum: em vez de simplesmente passar em frente à nossa casa, deram meia-volta e foram embora. Por que evitaram passar pela frente? Medo de serem registrados pelas câmeras?", indagou.
O deputado também ressaltou que, no estado do Texas, onde reside, os cidadãos possuem tanto o direito quanto os recursos necessários para se defenderem caso enfrentem alguma situação de ameaça mais grave.
"No mais, reafirmo: no Texas, as pessoas têm o direito e os meios para se proteger, caso algo venha a evoluir para uma conduta mais ofensiva", completou.
1
2
05:43, 01 Abr
25
°c
Fonte: OpenWeather
Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
mais notícias
+