Presidente do STF, ministro Edson Fachin Foto: G. Dettmar/ CNJ
Um dia após a eleição de ao menos 31 senadores que defendem o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, disse que "conjunturas se alternam" e que o Tribunal "permanecerá".
A declaração foi feita na abertura de evento realizado na sede da Corte na segunda-feira, 5 de outubro, sobre os 38 anos de Constituição.
"Conjunturas se alternam, gerações se sucedem, os desafios mudam de roupagem. O Tribunal é maior do que tudo e do que todos, e ele permanecerá", afirmou Edson Fachin.
O ministro do STF também disse que os servidores do Supremo "permaneceram vigilantes" em relação à preservação da democracia "A vigilância de que falo raramente ocupa manchetes. Ela mora no processo bem instruído, no voto cuidadosamente revisado, no atendimento paciente a quem busca a Justiça, na sessão que começa na hora, na informação que chega com clareza à população".
Fachin também relembrou a atuação da Corte no julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023 e citou todos os ministros do Tribunal em homenagem à "contribuição institucional" de cada um.
Em seguida, o presidente do Supremo ressaltou que "nenhuma pretensão de poder pode prevalecer sobre a soberania popular, a ordem constitucional e a democracia".
Estadão Conteúdo
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Desde a promulgação da Constituição de 1988, a data de posse ocorria sempre no dia 1º de janeiro.
Também foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência.
A nota da legenda aponta que o senador foi vitorioso no primeiro turno e acusa o presidente petista de ter ampliado gastos públicos para sair vitorioso na disputa.
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