Pastor Júnio Tércio, Clarissa Tércio, Coronel Alberto Feitosa e Pastor Eurico. Arte: Portal de Prefeitura
Marcada para o dia 7 de setembro, data em que se celebra a Independência do Brasil, uma nova manifestação organizada por grupos de direita deve ocorrer em várias capitais do país, incluindo o Recife, onde a concentração será realizada em frente à tradicional Padaria Boa Viagem, na Zona Sul da cidade, local que já foi palco de diversos atos similares nos últimos anos.
Apesar de ser o principal nome citado pelos organizadores, o ex-presidente Jair Bolsonaro não poderá comparecer ao ato. Desde o dia 18 de julho, ele cumpre medidas cautelares determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito de um inquérito que investiga possível articulação internacional contra autoridades brasileiras.
Entre as restrições impostas a Bolsonaro estão o recolhimento domiciliar noturno e aos fins de semana, proibição de uso de redes sociais, uso de tornozeleira eletrônica e vedação de contato com diplomatas ou outros investigados.
Mesmo com a ausência do ex-presidente, lideranças políticas ligadas ao bolsonarismo já confirmaram presença no Recife. Deputados federais e estaduais têm usado as redes sociais para convocar apoiadores a participarem da mobilização.
O ato promete reunir apoiadores, lideranças políticas e simpatizantes de diversas regiões do estado. Entre os nomes confirmados estão o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, um dos principais aliados de Bolsonaro em Pernambuco, e políticos que compõem a base conservadora local.
Estarão presentes os vereadores Gilson Filho (PL), Thiago Medina (PL) e Alessandro Sarmento (PL), além dos deputados estaduais Alberto Feitosa (PL), Renato Antunes (PL), Júnior Tércio (PP) e Abimael Santos (PL). No Congresso Nacional, os deputados federais Pastor Eurico (PL), Clarissa Tércio (PP) e Coronel Meira (PL) também confirmaram participação.
Desde a última semana, bolsonaristas em Pernambuco vêm intensificando a mobilização.
Segundo os organizadores, a manifestação tem como pautas principais o apoio a Bolsonaro, a crítica às decisões do STF, o pedido de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, além de reivindicações como o impeachment de Alexandre de Moraes e a renúncia do presidente Lula.
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"É uma vitória de quem não aguenta mais ser perturbado. O celular tem que servir para ajudar, não para ser ferramenta de golpista ou telemarketing abusivo", afirma Fábio Teruel, autor do PL.
Se aprovado, requerimento fará projeto tramitar de forma acelerada, reduzindo espera de anos para garantir o pagamento integral aos professores.
Ao todo, cerca de 35,2 milhões de pessoas terão acesso ao pagamento antecipado, que deve movimentar aproximadamente R$ 78,2 bilhões na economia.
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