Lula preocupado. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou 49,8%, o maior percentual já registrado pela Atlas Intel. Pela primeira vez, a rejeição superou numericamente a aprovação, que ficou em 47,8%, segundo pesquisa divulgada na sexta-feira, 10 de janeiro.
Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os números indicam um empate técnico entre os que aprovam e desaprovam a gestão presidencial.
Em novembro de 2024, a rejeição ao governo estava em 47,3%, enquanto a aprovação era de 50%. Contudo, a desaprovação aumentou em dezembro, período em que foi anunciado um pacote de cortes de gastos pelo presidente.
A pesquisa revela que 44,6% dos entrevistados avaliam o governo como ruim ou péssimo, enquanto a mesma porcentagem o considera ótimo ou bom. Outros 13,3% classificam a gestão como regular.
O levantamento foi realizado entre 26 e 31 de dezembro de 2024, com 2.873 participantes acima de 18 anos.
Quando questionados sobre o maior problema do país, os entrevistados apontaram:
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um cenário de polarização entre os brasileiros, de acordo com uma pesquisa divulgada na sexta-feira, 10 de janeiro, pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg.
O levantamento revelou que 44,6% da população considera o governo Lula como ruim ou péssima, enquanto 40,8% a avaliam como ótima ou boa. Outros 13,3% classificam o governo como regular, e 1,3% não soube opinar.
A pesquisa faz parte de um estudo mais amplo, denominado Latam Pulse, que busca avaliar a percepção pública em cinco países da América Latina.
No Brasil, os dados foram coletados entre 26 e 31 de dezembro, utilizando recrutamento digital aleatório e atingindo 2.873 pessoas.
O índice de confiança é de 95%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
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As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
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