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Após derrubada do IOF, PT posta vídeo estimulando disputa entre pobres e ricos; confira

A peça publicitária do PT, aparentemente feita com Inteligência Artificial (IA), reforça a fala do governo que é "taxar os bilionários, bancos e sites de apostas".

Jameson Ramos

28 de junho de 2025 às 15:32   - Atualizado às 15:33

Vídeo com pessoas carregando sacos com o nome "imposto" foi publicado pelo PT.

Vídeo com pessoas carregando sacos com o nome "imposto" foi publicado pelo PT. Foto: Reprodução

Após o Congresso derrubar o decreto que aumenta o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o Partido dos Trabalhadores (PT) publicou um vídeo nas redes sociais (confira abaixo) afirmando que os pobres estão pagando a maior parte dos impostos, enquanto os ricos pagam pouco.

A peça publicitária, aparentemente feita com Inteligência Artificial (IA), reforça a fala do governo que é "taxar os bilionários, bancos e sites de apostas".

"No Brasil, quem vive de salário sempre carrega o maior peso dos impostos. É taxa no pão, no gás, na luz, no remédio da vó e até sobre a pouca renda. Já quem tá no topo, os super-ricos, esses sempre pagam proporcionalmente bem menos. Imposto é necessário, mas justiça também é", diz um trecho da peça.

O vídeo mostra pobres carregando grandes sacolas com a palavra "imposto", enquanto os ricos, representados por homens brancos de terno, surgem segurando pequenos sacos com o mesmo rótulo".

"É hora de rachar a conta Brasil de forma mais justa: quem tem mais paga mais. Quem tem menos, paga menos. E quem é a favor do povo, aprova essa ideia".

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Confira o vídeo:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

IOF

O Senado aprovou na quarta-feira, 25 de junho, o projeto de decreto legislativo que susta os efeitos do novo decreto do governo Lula sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O texto foi analisado pela Casa Alta do Congresso logo após o texto passar na Câmara, por 383 votos a 98. No Senado, a apreciação do PDL foi marcada pela reação de governistas, que destacaram como a Casa descumpriu acordos firmados sobre o tema.

O texto foi aprovado em votação simbólica, conforme sugestão do presidente Davi Alcolumbre (União-AP). O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), indicou que não pediria o registro nominal e então anunciou-se um acordo para que a votação fosse simbólica, apenas com o registro de votos contrários ao PDL. Com a aprovação, a matéria vai à promulgação.

No parecer favorável à derrubada, o senador Izalci Lucas (PL-DF), argumentou que o novo decreto do governo reintroduz medidas que causaram reação no Congresso Nacional, apresentando um "substancial aumento da carga tributária sob o disfarce de ajustes técnicos".

Segundo o parlamentar, o novo decreto do governo Lula traz uma "reedição normativa que aprofunda vícios, reforçando a percepção de improviso".

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