Deputado federal diz que foi agredido novamente pela esposa: "É a última, estou indo embora" Foto: Reprodução / Redes Sociais
Um desentendimento entre o deputado federal Fernando Marangoni (Podemos) e a médica Fabiana Marangoni, nesta quarta-feira, 1° de abril, resultou em versões opostas sobre o que teria ocorrido dentro do apartamento onde ambos ainda residem.
O parlamentar aparece com marcas no rosto e afirma ter sido novamente agredido. Na gravação, ele indica que decidiu deixar o imóvel após o episódio, sugerindo um ponto final na convivência.
Diante da repercussão, Marangoni divulgou nota negando qualquer ato de violência contra a ex-esposa. Segundo ele, as informações iniciais que o apontavam como agressor são incorretas. O deputado afirma que a situação se limitou a uma discussão, durante a qual teria sido agredido.
O parlamentar também declarou que não foi levado a uma delegacia, como chegou a ser noticiado. Ele explicou que, apesar do divórcio ocorrido há cerca de seis meses, os dois continuavam vivendo no mesmo imóvel, em quartos separados, por acordo entre ambos.
Na manifestação, Marangoni ressaltou ainda sua atuação política ligada à defesa dos direitos das mulheres e disse que nunca desrespeitou a ex-esposa. Ele acrescentou que o momento exige cuidado com a família, especialmente com as três filhas do casal.
"Hoje pela manhã, fui surpreendido pelo noticiário que informava que eu havia agredido minha esposa. Isso não é verdade. Também não é verdade que fui levado à delegacia policial. O fato é que tivemos uma discussão pela manhã e minha esposa, com quem fui casado por 23 anos, me agrediu. Estamos divorciados há seis meses e morávamos no mesmo apartamento, em quartos separados, de comum acordo. Nunca desrespeitei nenhum direito de minha esposa e de qualquer outra mulher. Tenho um compromisso inquebrantável com os direitos das mulheres. Como deputado federal, fui, inclusive, relator de um projeto que aumenta a proteção à mulher, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Minha maior preocupação, agora, é com minha família; temos três filhas que amo acima de tudo e devemos, eu e Fabiana, muito respeito a elas. Estou certo de que recuperaremos a paz em nosso lar, em nome da família que construímos."
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Além do momento de oração, as lideranças presentes colocaram as igrejas à disposição para colaborar com ações sociais e iniciativas voltadas à população.
A matéria foi rejeitada sob relatoria do presidente da comissão, Rinaldo Júnior, do PSB. Ao defender o mérito da proposta, o vereador destacou o papel das páginas locais na cobertura cotidiana.
Segundo os parlamentares, o apoio considera tanto a atuação do deputado na área da saúde quanto seu posicionamento em pautas públicas.
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