Cantor Wesley Safadão. Foto: Divulgação
O deputado estadual Thiago de Joaldo (PP-SE) confirmou que pretende destinar parte de suas emendas parlamentares para custear o show do cantor Wesley Safadão na edição de 2026 do tradicional Forró Caju, em Aracaju.
O anúncio ocorreu de forma pública durante uma apresentação do artista, e contou com o apoio da prefeita Emília Corrêa (PL), que também esteve presente no evento.
O parlamentar justificou a iniciativa como um gesto de valorização da cultura nordestina e de incentivo ao turismo e à economia local.
Para ele, trazer grandes atrações como Safadão para os festejos juninos da capital sergipana representa mais do que entretenimento. Segundo sua avaliação, é uma forma de aquecer o comércio, o setor de serviços e promover a geração de renda para a população.
De acordo com o Painel de Transparência dos Festejos Juninos do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Wesley Safadão e Luan Santana receberam os maiores cachês das festas juninas de Pernambuco em 2025.
Safadão garantiu o primeiro lugar, com seis apresentações que somaram R$6,16 milhões. Sua maior remuneração veio de Arcoverde (R$1,2 milhão por show), seguida por outras apresentações em cidades como Araripina, Caruaru, Petrolina e Surubim (R$ 1,1 milhão); e Santa Cruz do Capibaribe (R$ 550 mil.
Logo atrás, Luan Santana acumulou R$5,9 milhões em cachês por seis shows, incluindo Gravatá, Carpina, Santa Cruz do Capibaribe e Petrolina. Em cinco apresentações, ele recebeu R$985 mil cada; nos shows de Petrolina e Surubim, o valor foi de R$980 mil.
O ranking dos cinco mais bem pagos ainda pode sofrer pequenas alterações, já que alguns municípios não completaram o envio de informações ao MPPE. Por exemplo, o show de Safadão em Gravatá (21 de junho) ainda não foi inserido no painel.
O levantamento do MPPE abrangeu 15 cidades com dados sobre cachês. Os gastos públicos ultrapassaram os R$55 milhões, incluindo pagamentos a artistas como Bruno & Marrone (R$ 784 mil), Calcinha Preta, Xand Avião e outros nomes consagrados.
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Graduada em direito, a servidora ingressou no INSS em 2003 como Analista do Seguro Social. Atualmente, ocupava o cargo de secretária executiva adjunta do MPS.
De acordo com o vereador, a unidade de saúde está registrada como "ambulatório".
A prisão teria sido motivada por questões migratórias. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a situação específica que levou à detenção do ex-parlamentar.
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