A ausência na ordem do dia do projeto de lei que autoriza empréstimo de R$ 1,5 bilhão para o Governo do Estado está sendo alvo de críticas por parte da bancada governista na Alepe.
Deputada Débora Almeida. Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura
A ausência na ordem do dia do projeto de lei que autoriza empréstimo de R$ 1,5 bilhão para o Governo do Estado está sendo alvo de críticas por parte da bancada governista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
A deputada Débora Almeida (PSDB) afirmou, em entrevista ao Portal de Prefeitura (confira abaixo), que está havendo na Alepe, por parte da oposição, a antecipação das eleições de 2026. Para ela, há um trabalho de oposicionistas para dificultar a autorização do empréstimo, com a finalidade de não dar condições para a governadora Raquel Lyra trabalhar por Pernambuco.
“A gente vê que tudo aqui está sendo voltado a travar e não dá as condições para a governadora Raquel Lyra trabalhar. Está se antecipando as eleições de 2026 para que o candidato do PSB se posicione melhor do que a governadora Raquel Lyra, que ela não possa entregar o que eles passaram 16 anos e não entregaram”, afirmou Débora.
A deputada destacou que está lutando para que o empréstimo seja pautado e votado pelo plenário da Alepe.
“O que a gente está lutando aqui, como deputada eleita pelo povo pernambucano, pelo interior do Estado de Pernambuco, é votar. Votar o empréstimo para que ela [Raquel] tenha as condições e busque o recurso, o empréstimo, e faça essas obras que são estruturadoras. A eleição é em 2026. Lá em 2026, quem for candidato vai apresentar os seus compromissos, vai se posicionar. Mas agora, a antecipação do pleito eleitoral, só quem está perdendo com isso é o povo pernambucano”, pontuou.
Confira a entrevista:
Apesar de tramitar em regime de urgência, o projeto de lei que aprova a solicitação do empréstimo está travado na Alepe há 85 dias. Por isso, Débora cobra o cumprimento do artigo 21, parágrafo primeiro da Constituição de Pernambuco, que trata do regime de urgência e determina que, depois de 45 dias sem pronunciamento da Alepe, a proposição deve ser incluída na ordem do dia.
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