Governadora Raquel Lyra durante congresso da Amupe. Foto: Portal de Prefeitura.
A governadora Raquel Lyra (PSD) acredita que o pedido de empréstimo de R$ 1.5 bilhão, enviado à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em fevereiro deste ano, será aprovado por ampla maioria dos deputados.
Em entrevista concedida na segunda-feira, 28 de abril, durante o 8º Congresso Pernambucano de Municípios, promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), no Centro de Convenções, Olinda, a governadora garantiu que os recursos servirão para avançar com as obras nas estradas, melhorias na saúde, segurança e no abastecimento de água do litoral ao Sertão.
“A população pode ver na mudança que o Governo do Estado vem imprimindo em cada região de Pernambuco. A gente também pode fazer [melhorias] através do empréstimo, que será aprovado”, destacou Raquel.
A governadora também acredita que os deputados irão aprovar o nome do administrador de Fernando de Noronha, indicado pelo Palácio do Planalto. “Para que a gente possa ter a liderança do administrador trabalhando na ilha, fortalecendo cada vez mais o trabalho que o Governo do Estado vem fazendo lá. Tem muita coisa para vir pela frente. A gente tem a obra da concessão do aeroporto, as estradas sendo feitas e as ações que o governo vem fazendo para transformação de energia lá”, pontuou.
Confira o vídeo:
Aprovação em comissão
Nesta terça-feira, 29 de abril, a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ), da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), aprovou o empréstimo de R$ 1.5 bilhão solicitado pela governadora.
O pedido ainda precisa ser aprovado pelas comissões de Finanças e de Administração. Só após passar por essas comissões que o empréstimo segue para ser votado no plenário da Alepe.
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As obras serão realizadas em parceria com a União, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida, que financia as unidades habitacionais.
Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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