Pernambuco, 25 de Outubro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Defesa de Mauro Cid afirma que ex-ajudante de ordens não foi coagido a delatar

A fala do advogado de Mauro Cid foi feita durante o julgamento que ocorre nesta terça-feira (2).

Fernanda Diniz

02 de setembro de 2025 às 15:31   - Atualizado às 16:20

Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens de Bolsonaro.

Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens de Bolsonaro. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O advogado de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, afirmou que seu cliente não foi coagido a firmar acordo de delação premiada. (Veja vídeo abaixo)

"Em nenhum momento ele diz, especifica que falou isso [falas]. Ele confronta as ideias e a investigação. O que é normal e legítimo dentro de um Estado Democrático de Direito em que o devido processo legal deve ser preservado. Qual é o indiciado que concorda com o delegado ou com o juiz?", indagou. 

Veja vídeo: 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Réus no processo

Além de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, também são réus no julgamento:

  • Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Abin;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF;
  • Augusto Heleno, ex-ministro do GSI;
  • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
  • Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice em 2022;
  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência.

Todos respondem por acusações que incluem organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Veja Também

Julgamento

O processo segue as regras previstas no Regimento Interno do STF e na Lei nº 8.038 de 1990. O primeiro voto é do relator Alexandre de Moraes. Em seguida, votam os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que preside a Primeira Turma.

A decisão final será tomada por maioria simples, ou seja, bastam três dos cinco ministros para definir pela absolvição ou pela condenação dos acusados.

Bolsonaro vira alvo de críticas 

O deputado estadual João Paulo (PT) fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após sua ausência no julgamento que acontece nesta terça-feira, 2 de setembro, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em postagem nas redes sociais, o parlamentar acusou o ex-chefe do Executivo de fugir da responsabilidade.

“Mais uma vez Bolsonaro prova sua covardia: fugiu do julgamento. Quem tem coragem vai de cabeça erguida; quem tem culpa se esconde”, escreveu João Paulo.

Segundo os advogados de Bolsonaro, Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, o ex-presidente chegou a manifestar o desejo de estar presente, mas acabou desistindo de comparecer à sessão. Pessoas próximas relataram que uma crise persistente de soluço, que o vem atingindo nos últimos dias, teria sido a causa da ausência.

A sessão, no entanto, marca um momento decisivo para o futuro político do ex-presidente e de sete de seus aliados. O processo em análise investiga a suposta organização de um plano de golpe de Estado após a derrota eleitoral de 2022.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

11:58, 25 Out

Imagem Clima

30

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Flávio Bolsonaro possa para foto ao lado de esposa após votar, no Rio de Janeiro.
Registro

Flávio Bolsonaro vota no Rio de Janeiro e diz que representa a mudança para o Brasil

Candidato do PL chegou para votar ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, na Escola Municipal Barão Homem de Melo, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro.

Presidente TSE, Nunes Marques.
Monitoramento

Presidente do TSE, ministro Nunes Marques, acompanha abertura de sua seção eleitoral em Brasília

A eleição de 2026 foi marcada por uma série de medidas judiciais contra informações falsas, especialmente publicações nas redes sociais.

Conta de Luz
Decisão

STF define início do prazo de dez anos para devolução de cobranças indevidas na conta de luz

A contagem começa quando as empresas recuperaram o dinheiro pago a mais à Receita Federal ou quando a compensação tributária tiver sido definitivamente homologada. 

mais notícias

+

Newsletter