Mauro Cid, ex-ajudante de Ordens de Bolsonaro. Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
O advogado de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, afirmou que seu cliente não foi coagido a firmar acordo de delação premiada. (Veja vídeo abaixo)
"Em nenhum momento ele diz, especifica que falou isso [falas]. Ele confronta as ideias e a investigação. O que é normal e legítimo dentro de um Estado Democrático de Direito em que o devido processo legal deve ser preservado. Qual é o indiciado que concorda com o delegado ou com o juiz?", indagou.
Veja vídeo:
Além de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, também são réus no julgamento:
Todos respondem por acusações que incluem organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, além de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
O processo segue as regras previstas no Regimento Interno do STF e na Lei nº 8.038 de 1990. O primeiro voto é do relator Alexandre de Moraes. Em seguida, votam os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que preside a Primeira Turma.
A decisão final será tomada por maioria simples, ou seja, bastam três dos cinco ministros para definir pela absolvição ou pela condenação dos acusados.
O deputado estadual João Paulo (PT) fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após sua ausência no julgamento que acontece nesta terça-feira, 2 de setembro, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em postagem nas redes sociais, o parlamentar acusou o ex-chefe do Executivo de fugir da responsabilidade.
“Mais uma vez Bolsonaro prova sua covardia: fugiu do julgamento. Quem tem coragem vai de cabeça erguida; quem tem culpa se esconde”, escreveu João Paulo.
Segundo os advogados de Bolsonaro, Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, o ex-presidente chegou a manifestar o desejo de estar presente, mas acabou desistindo de comparecer à sessão. Pessoas próximas relataram que uma crise persistente de soluço, que o vem atingindo nos últimos dias, teria sido a causa da ausência.
A sessão, no entanto, marca um momento decisivo para o futuro político do ex-presidente e de sete de seus aliados. O processo em análise investiga a suposta organização de um plano de golpe de Estado após a derrota eleitoral de 2022.
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O senador terminou o primeiro turno com 2.224.965 votos a mais que o petista, uma diferença de 1,87 ponto percentual. Com o resultado, os dois candidatos avançam para o segundo turno.
Presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, afirmou que fluxo de dados acima do normal provocou atraso de cerca de uma hora.
A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.
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