Deputado Coronel Meira, do PL, chama Flávio Dino e Ricardo Lewandowski de "bandidos" Arte: Portal de Prefeitura
No início desta semana, o deputado federal Coronel Meira (PL-PE) protagonizou um momento de forte repercussão durante audiência da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. O encontro discutia o Projeto de Lei 4.631/2025, que trata de mudanças no Estatuto do Desarmamento.
Logo no início de sua fala, o parlamentar fez críticas diretas a ex-ministros da Justiça do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao citar Flávio Dino e Ricardo Lewandowski, o parlamentar usou os termos "comunista" e "bandidos".
"E, graças a Deus, mudou o ministro da Justiça do Brasil, porque os outros dois… dois bandidos. Flávio Dino, comunista, bandido. Estou dizendo mentira ou verdade. Ricardo Lewandowski, lixo, bandido, inclusive recebendo mesada como ministro."
Apesar das críticas contundentes aos ex-ministros, o deputado sinalizou uma visão diferente em relação à atual condução do Ministério da Justiça. Ele afirmou que há maior abertura para diálogo com o comando atual da pasta, mesmo em meio a políticas.
A fala também incluiu uma defesa de que segurança pública deve ser tratada de forma técnica, e não orientada por alinhamentos partidários.
O projeto em análise propõe incluir novas categorias profissionais no grupo autorizado a portar armas. Para Coronel Meira, esses servidores exercem atividades que envolvem risco e, por isso, deveriam ter direito ao porte como forma de proteção.
Segundo o parlamentar, a atuação desses profissionais está ligada à fiscalização e ao combate a irregularidades, o que pode expor a situações de perigo. Ele defendeu que o reconhecimento dessa função como parte da estrutura de segurança pública é essencial para justificar a mudança na legislação.
O Projeto de Lei 4.631/2025 segue em análise na Câmara dos Deputados e deve passar por novas etapas de discussão. A Comissão de Segurança Pública deve continuar promovendo audiências para aprofundar o debate e ouvir diferentes setores envolvidos.
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Segundo o TSE, a diminuição no tempo de apuração dos votos se deu em razão da capacidade de processamento dos sistemas, que são atualizados a cada ciclo eleitoral.
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