Coronel Alberto Feitosa em reunião do PL em Brasília. (Foto: Kleber Castro)
O deputado Coronel Alberto Feitosa está em Brasília desde a terça-feira, 24 de fevereiro, na sede do PL, para alinhar os rumos políticos para as eleições deste ano em todo Brasil.
Convocados pelo presidente nacional do Partido Liberal (PL), Waldemar da Costa Neto , parlamentares de todo país participaram de uma reunião , em Brasília , na sede do PL.
O presidenciável Flávio Bolsonaro está presente assim como o irmão Carlos Bolsonaro.
Na capital do país, o parlamentar também vai receber uma homenagem feita pelo Movimento Advogados de Direita Brasil.
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) recebeu alta hospitalar no dia 7 de fevereiro, em São Paulo, após passar por uma cirurgia para retirada de uma hérnia na coluna.
Antes de deixar o hospital, o parlamentar gravou um vídeo nas redes sociais no qual comentou o próprio estado de saúde e fez um apelo direto ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em relação à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
No vídeo, Feitosa relatou as dificuldades enfrentadas no período pós-operatório e associou a própria experiência às condições de saúde de Bolsonaro, que já passou por diversas cirurgias.
O deputado destacou as limitações físicas que enfrentou após o procedimento e afirmou que o momento exigiu reflexão sobre questões humanitárias. O parlamentar disse que a recuperação trouxe uma visão diferente sobre dores, mobilidade e rotina após intervenções médicas.
“Eu peço para Bolsonaro um tratamento humanitário, digno. É muito difícil. Eu vi a dificuldade de escovar os dentes, de levantar de uma cadeira, de deitar na cama, de fazer as necessidades fisiológicas sozinho. E foi uma única cirurgia, programada, que durou cerca de 2h30. A penúltima de Bolsonaro durou 12h e já foram oito cirurgias. Tenham Deus no coração. Vai aqui esse pedido aos ministros da Suprema Corte, em especial a Alexandre de Moraes, deixem Bolsonaro ir pra casa”, afirmou o deputado no vídeo divulgado.
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O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal, foi acompanhado integralmente pelo ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
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