Miguel Coelho falando em um microfone. Foto: Divulgação
O ex-senador Fernando Bezerra Coelho intensificou seu apoio à reeleição do prefeito de Petrolina, Simão Durando (UB), destacando que essa vitória seria crucial para fortalecer a candidatura de seu filho, Miguel Coelho (UB), ao Senado em 2026.
Durante sua campanha nas redes sociais, FBC ressaltou que um eventual triunfo no primeiro turno reforçaria a posição de Miguel como um forte concorrente nas próximas eleições para o Senado, quando estarão em disputa duas vagas.
“Com a vitória de Simão no primeiro turno, Miguel vai ter ainda mais força para nos representar no Senado. Me ajude, vote com o coração, vote em Simão”, declarou.
Miguel Coelho, ex-prefeito de Petrolina, é apontado como uma das principais figuras políticas da nova geração do estado de Pernambuco. Ele renunciou ao cargo de prefeito em 2022 para concorrer ao Governo do Estado, mas terminou em quinto lugar no primeiro turno, com 18% dos votos. Mesmo não alcançando o segundo turno naquela ocasião, Miguel ainda mantém grande relevância política, especialmente no Sertão pernambucano, onde sua base de apoio é consolidada.
Inicialmente, Miguel apoiou Raquel Lyra (PSDB) no segundo turno, mas o distanciamento ocorreu depois que ele não foi incluído na base do governo. Agora, o grupo político de Miguel Coelho está aliado ao prefeito de Recife, João Campos (PSB), com quem compartilha uma estratégia de olho em 2026, quando o gestor municipal poderá disputar o Governo do Estado, enquanto Miguel foca na corrida ao Senado.
Agora, o objetivo dos Coelhos é projetar Miguel para um novo patamar político, e a eleição de Simão Durando é vista como uma peça importante nessa estratégia. Para Fernando Bezerra, a continuidade de Simão Durando no cargo permitirá que as realizações da dupla na administração municipal sejam mantidas, o que dará ainda mais credibilidade ao nome de Miguel quando ele se lançar ao Senado.
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A declaração foi publicada após o parlamentar compartilhar que há divergências internas na Polícia Federal na prisão do filho do presidente Lula.
O documento também afirma que o ministro do STF cometeu outros crimes, entre eles tráfico de influência, corrupção passiva, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro
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