Presidente da República Tcheca e símbolo do comunismo. Foto: Reprodução/@prezident_pavel e Reprodução
A partir de 1º de janeiro de 2026, a República Tcheca passará a punir criminalmente qualquer promoção, apoio ou criação de movimentos ligados à ideologia comunista. A nova lei altera o Código Penal do país e coloca a propaganda comunista no mesmo patamar jurídico da apologia ao nazismo.
A mudança foi confirmada após o presidente tcheco, Petr Pavel, assinar a alteração legislativa. O texto prevê penas que variam de um a cinco anos de prisão para quem divulgar, apoiar ou estabelecer grupos comunistas, nazistas ou qualquer organização que viole direitos humanos ou incentive o ódio por motivos raciais, étnicos, religiosos, nacionais ou de classe.
A iniciativa amplia o alcance de dispositivos já existentes no país, que historicamente mantém normas rígidas contra movimentos extremistas. A atualização busca incluir no mesmo nível de proibição ideologias totalitárias que tiveram impacto marcante na história do século XX.
A Câmara dos Deputados aprovou a medida no dia 30 de maio, após debates intensos e manifestações de entidades especializadas em memórias de regimes autoritários. Entre elas, o Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários defendeu a necessidade de “corrigir um desequilíbrio no sistema jurídico”. Para o grupo, equiparar a propaganda comunista à nazista representa um reconhecimento formal dos danos causados por essas ideologias no continente europeu.
A proposta dividiu opiniões no país, mas obteve apoio suficiente para avançar até a assinatura presidencial. A sanção de Petr Pavel encerra o processo legislativo e garante a implementação da norma a partir do próximo ano.
Com a entrada em vigor da legislação, qualquer tipo de manifestação pública, criação de grupos, campanhas ou incentivo relacionado ao comunismo poderá ser alvo de investigação criminal. A lei também reforça a punição para quem promove discursos de ódio motivados por origem, religião, raça ou classe social.
As autoridades tchecas afirmam que a medida busca ampliar a proteção aos direitos humanos e impedir o ressurgimento de movimentos que possam ameaçar a democracia.
3
4
12:46, 05 Mar
30
°c
Fonte: OpenWeather
O filho do presidente é investigado pela suspeita de ser sócio do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.
A discussão ocorreu entre Benny Briolly (PSOL) e a vereadora Fernanda Loubac (PL), que se posicionou contra a concessão do título de cidadã niteroiense à artista.
Em um dos trechos da conversa, o dono do Banco Master disse que chegou a fazer com ela uma chamada de vídeo exibindo a presença do ministro do STF.
mais notícias
+