A presidente do PT, ainda alegou que o ex-ministro entregou dinheiro em caixas de vinho e estava envolvido em um plano para assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
Presidente do PT, Gleisi Hoffmann e general da reserva Braga Netto. Foto: Divulgação/Senado e Marcelo Camargo/Agência Brasil
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse neste sábado, 14 de dezembro, que deve haver punição para todos os aliados do ex-presidente da República Jair Bolsonaro. A declaração foi dada após prisão do general da reserva Braga Netto.
"Com essa gente não pode haver impunidade. Punição para todos, a começar pelo chefe inelegível. Sem anistia", disse ela, em referência a Bolsonaro.
Ela ainda alegou que o ex-ministro entregou dinheiro em caixas de vinho e estava envolvido em um plano para assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes. De acordo com Gleisi, o objetivo seria permanecer no poder a todo custo, para continuar com a venda do país.
"Braga Netto foi preso preventivamente porque tentou atrapalhar as investigações da polícia, isso depois de todos saberem que entregou dinheiro vivo em caixas de vinho, participando de plano para matar (o presidente) Lula, Alckmin (vice-presidente) e (o ministro do Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. Queriam se manter no governo a qualquer custo, para continuar a venda do País", escreveu Gleisi na rede social X.
Segundo Gleisi, a prisão de Braga Netto, a condenação do ex-deputado Roberto Jefferson a nove anos de prisão pelo STF e a formação de maioria no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) para cassar a deputada Carla Zambelli são notícias importantes no enfrentamento à extrema direita.
"São três nomes da cúpula bolsonarista que cometeram crimes gravíssimos contra a democracia. Três incitadores do ódio e da violência política", escreveu Gleisi.
Estadão Conteúdo
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