Lula quer acabar com exigência de autoescola para tirar CNH sem passar pelo Congresso. Foto: Divulgação
O ministro dos Transportes, Renan Filho, voltou a defender neste domingo, 16 de novembro, durante participação no programa Canal Livre, da Band, o fim da obrigatoriedade de se cursar uma autoescola para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). De sua própria autoria, a proposta promete tornar a obtenção mais acessível.
As mudanças incluem a eliminação da obrigatoriedade da carga horária em autoescolas, permitindo que os candidatos estudem por conta própria e façam a parte prática com instrutores autônomos credenciados. A minuta que fará as alterações está em consulta pública.
Ele defendeu que é preciso atacar "todos os custos", inclusive os do Estado, e que 20 milhões de pessoas não têm como pagar pelo processo.
"Toda vez que você obriga o cidadão a fazer alguma coisa, você gera uma ineficiência econômica. Serviço obrigatório normalmente é caro e não tem qualidade", argumentou. "Tem uns 20 mil milhões de pessoas dirigindo sem carteira, porque não tem custo de pagar. No Brasil, está R$ 4 mil. Não é correto", considerou.
Renan Filho usou como exemplo o exame vestibular para dar acesso às universidades. Segundo ele, o que é obrigatória é a realização da prova para constatar que se esteja apto, e não o estudo em determinados cursos específicos para o teste.
Estadão Conteúdo
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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