Erika Hilton e Clarissa Tércio. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A deputada estadual Clarissa Tércio criticou a eleição da deputada federal Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados. (Veja vídeo abaixo)
A parlamentar foi escolhida nesta quarta-feira (11) com 11 votos e se tornou a primeira mulher trans a assumir o comando do colegiado.
A declaração de Clarissa Tércio ocorreu durante participação na própria comissão, na Câmara dos Deputados. A deputada afirmou que, em sua avaliação, a presidência do colegiado deveria ser ocupada por alguém que vivencie experiências relacionadas à realidade feminina.
“Como eu posso ser representada por uma pessoa que não entende o que eu passo? Como que a gente vai colocar uma pessoa que nunca gerou, que nunca amamentou, que nunca menstruou, que não sabe o que é saúde da mulher, para representar o que as mulheres brasileiras pensam? Falar sobre violência à mulher, falar sobre desigualdade no trabalho, falar sobre filhos. Gente, isso aqui é algo muito claro para todos nós”, disse.
Em seguida, a parlamentar continuou a crítica ao comentar o objetivo da comissão e a participação de mulheres no debate.
“Então essa comissão, ela nasceu para dar vozes às mulheres, porque só quem vive essa realidade é que tem propriedade para falar sobre elas. Então é importante aqui a gente lembrar, as mulheres lutaram muito para conquistar seus espaços, e a gente vai perdendo os nossos espaços, e o maior absurdo é ver mulheres concordando com isso”, afirmou.
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A conexão deverá ser liberada pelas operadoras 72 horas antes dos turnos e 24 horas após a votação.
O pedido foi enviado ao gabinete do ministro Luiz Fux, que já cuida das ações que discutem as regras desse mercado.
A avaliação permite verificar, em ambiente controlado e simultaneamente ao pleito, se os votos registrados nos equipamentos correspondem exatamente aos votos inseridos durante a auditoria.
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