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Clarissa Tércio critica anistia a Dilma: "Prisão pra quem levava Bíblia, indenização pra terrorista"

A ex-presidente também irá receber o valor de 100 mil, pago em parcela única.

Fernanda Diniz

23 de maio de 2025 às 16:05   - Atualizado às 16:57

Clarissa Tércio e Dilma.

Clarissa Tércio e Dilma. Foto: Arte/Portal de Prefeitura

A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) se manifestou nas redes sociais criticando a indenização de R$ 100 mil concedida à ex-presidente Dilma Rousseff. O valor, pago em parcela única, faz parte do processo de anistia aprovado pelo governo.

Na publicação, a parlamentar afirmou:

“R$ 100 mil pra ex-terrorista, mas prisão pra quem carregava uma Bíblia! Dilma, que integrou o grupo terrorista VAR-Palmares, vai receber indenização paga com o nosso dinheiro. Enquanto isso, patriotas estão presos até hoje só por levarem uma Bíblia e um batom no 08 de janeiro. Essa é a ‘justiça’ do Brasil de Lula. Quem lutou contra o país é premiado”, escreveu a deputada. 

A indenização gerou repercussão nas redes, especialmente entre parlamentares da oposição, que fizeram críticas ao governo federal.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Clarissa Tércio fala sobre Audiência Pública 

Na última terça-feira, 13 de maio, a deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) usou as redes sociais para criticar duramente a convocação de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) com o tema “Os grandes desafios das profissionais do sexo”.

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A parlamentar afirmou que o debate está desconectado das reais necessidades da população e aproveitou para denunciar problemas que, segundo ela, deveriam estar no centro das atenções do poder público.

Clarissa questionou a prioridade dada ao tema em um momento de crise nacional.

“Enquanto isso, o INSS afunda em fraudes bilionárias, a saúde tá no caos, a segurança é um pesadelo e a crise econômica só piora”, escreveu a deputada.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O deputado estadual Júnior Tércio (PP) também se manifestou publicamente contra a aprovação da audiência pública.

A proposta da audiência foi apresentada pelo deputado João Paulo (PT) e recebeu apoio da maioria dos membros da comissão. A iniciativa visa debater questões relacionadas aos direitos, à saúde e à segurança das profissionais do sexo no estado.

Em suas redes sociais, Júnior Tércio classificou o tema como “inacreditável” e criticou duramente a prioridade dada à pauta.

“Audiência pública sobre os ‘desafios’ das prostitutas?! Você não leu errado. Isso foi aprovado na Alepe com o voto a favor do pessoal da esquerda”, escreveu o parlamentar.

Ele argumentou que há temas mais urgentes a serem tratados pelo poder legislativo.

“É inacreditável que, em meio a tantos problemas reais que nosso povo enfrenta, ainda se priorizem pautas que só trazem destruição, desintegram famílias e desviam vidas para caminhos sombrios”, afirmou.

O deputado também apontou que trabalhadores de outras categorias seguem sem atenção adequada do Estado.

“Enquanto isso, trabalhadores de verdade seguem ignorados, sem o devido apoio que tanto precisam”, acrescentou.

 

 

 

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