A imagem ilustra Clarissa Tércio ao lado de Nicolás Maduro. Foto: Divulgação
Na segunda-feira, 14 de janeiro, a deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) usou suas redes sociais para anunciar que assinou uma Moção de Repúdio contra a participação oficial do Brasil na posse de Nicolás Maduro, na Venezuela.
A parlamentar se posicionou contra o "apoio" do governo Lula a um regime que ela classifica como autoritário.
"Digo NÃO ao apoio do Brasil a regimes autoritários! Assinei a Moção de Repúdio à participação oficial do nosso país na posse de Nicolás Maduro, ditador que sufoca a liberdade na Venezuela. Minha luta é por democracia e respeito aos verdadeiros valores do povo brasileiro!", declarou.
O posicionamento de Clarissa Tércio se alinha a uma série de críticas ao governo de Maduro, que, segundo opositores, vem sendo responsável por uma série de violações de direitos humanos e pelo agravamento da crise política e econômica na Venezuela.
A participação oficial do Brasil na posse de Maduro, que ocorreu no dia 10 janeiro, gerou um intenso debate político no país. O governo Lula optou por enviar uma representação diplomática ao evento, o que foi interpretado por muitos como um sinal de apoio ao regime venezuelano.
O gesto foi criticado por vários parlamentares, organizações de direitos humanos e figuras políticas, que consideram o governo de Maduro um regime autocrático que restringe a liberdade e oprime a oposição.
O governo Lula enviou uma representante para a cerimônia de posse do presidente Nicolás Maduro. A embaixadora do Brasil em Caracas, Gilvania de Oliveira, foi a responsável por representar o Brasil no evento.
As eleições realizadas na Venezuela em julho de 2024 resultaram na reeleição de Maduro, mas a oposição denunciou supostas irregularidades, alegando que o candidato Edmundo Gonzalez teria vencido.
Embora o governo brasileiro tenha se abstenido de fazer uma declaração definitiva sobre as acusações de fraude, deixou claro que não reconheceria oficialmente os resultados até que as atas eleitorais fossem apresentadas.
Como essas documentações ainda não foram divulgadas, o impasse gerou uma crise diplomática entre os dois países, com o governo de Maduro criticando publicamente a postura do Brasil e atacando figuras chave da diplomacia brasileira, incluindo o assessor especial de Lula, Celso Amorim.
Apesar de o Brasil não enviar um representante de alto nível para o evento, a escolha de enviar a embaixadora do Brasil em Caracas busca manter uma linha de diálogo com o governo venezuelano, sem, no entanto, elevar a representação a um nível simbólico mais alto, o que indicaria uma concordância total com os processos eleitorais da Venezuela.
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