O episódio ocorreu em novembro do ano passado, após a conquista da medalha de bronze no Mundial disputado na Austrália, ao lado da parceira Rebecca.
Carol Solberg é suspensa por comemorar prisão de Bolsonaro. (Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil e Wander Roberto/ INOVAFOTO/ CBV)
A atleta Carol Solberg foi suspensa pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) após comemorar publicamente a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma etapa do Circuito Mundial de vôlei de praia, no fim do ano passado.
De acordo com informações do jornalista Juca Kfouri, publicadas no portal UOL, a punição foi aplicada por “conduta antiesportiva”.
Com isso, Carol não poderá disputar a primeira etapa do Circuito Mundial da temporada 2026, que será realizada em João Pessoa, no mês de março.
O episódio ocorreu no dia 23 de novembro do ano passado, após a conquista da medalha de bronze no Mundial disputado na Austrália, ao lado da parceira Rebecca.
O resultado garantiu à dupla recém-formada a liderança do ranking mundial de vôlei de praia. Ainda em quadra, em entrevista à organização do torneio, Carol comentou a prisão do ex-presidente ocorrida na véspera da partida.
“Esse é um dia incrível para mim. Estou muito feliz. E também é um dia incrível para o mundo. Ontem, no Brasil, colocamos na prisão o pior presidente da história do Brasil. Bolsonaro está na prisão e é muito importante que celebremos. Estou muito orgulhoso de ter esta bandeira agora. Jamais poderia acreditar que teríamos um presidente assim. Então é algo que temos que celebrar”, afirmou a atleta na ocasião.
Segundo Juca Kfouri, a FIVB baseou a decisão no Artigo 8.3 do Regulamento Disciplinar, que classifica como “conduta antiesportiva” atitudes como insultos, gestos, linguagem ofensiva, demonstrações de natureza não esportiva e comportamentos que possam trazer descrédito ao esporte ou à entidade. Até o momento, a federação internacional não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Com a suspensão, Carol Solberg ficará fora do Beach Pro Tour Elite 16, marcado para acontecer entre os dias 11 e 15 de março, em João Pessoa. A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) também não se manifestou oficialmente sobre a punição.
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Segundo a publicação, o valor do auxílio deverá ser lançado na folha de pagamento do beneficiário como rendimento isento e não tributável.
A ideia foi apresentada pelo grupo político liderado pelo deputado federal Túlio Gadêlha, que lançou, nesta quarta-feira (18), um manifesto favorável ao nome.
O político negou que a sua iniciativa seja pré-campanha eleitoral e comparou com o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula
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