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Carla Zambelli tem julgamento marcado pelo STF por porte ilegal de arma

Em agosto de 2023, a deputada virou ré no Supremo pelo episódio em que ela perseguiu armada o jornalista Luan Araújo em 2022.

11 de março de 2025 às 17:45   - Atualizado às 17:52

Carla Zambelli armada

Carla Zambelli armada Foto: Reprodução/Twitter

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para 21 de março o início do julgamento virtual que pode condenar a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.

Em agosto de 2023, Zambelli se tornou ré no Supremo pelo episódio em que sacou uma arma de fogo. Ela perseguiu o jornalista Luan Araújo, às vésperas do segundo turno das eleições de 2022.

A perseguição começou após Carla e Luan trocarem provocações durante um ato político no bairro dos Jardins, em São Paulo.

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Sendo assim, o julgamento será realizado pelo plenário virtual da Corte. Nesta modalidade, os 11 ministros inserem os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial.

A sessão virtual está prevista para ser encerrada no dia 28 deste mês.

No entanto, o processo foi liberado hoje para julgamento pelo relator, ministro Gilmar Mendes. A revisora da ação penal é a ministra Cármen Lúcia.

A Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Carla Zambelli e aguarda retorno. 

Agência Brasil

Mais ações do STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou 63 pessoas envolvidas no ataque à Praça dos Três Poderes no dia 8 de janeiro de 2023.

Portanto, os ministros fixaram penas que variam de um ano a 17 anos de detenção durante julgamentos virtuais no fim de fevereiro.

Contudo, em dezembro de 2024, 371 pessoas já haviam sido condenadas por participar dos atos.

Sendo assim, nove dos 63 réus enfrentaram condenações por crimes mais graves, recebendo penas de 14 a 17 anos.

Eles deverão contribuir com uma indenização de R$ 30 milhões, a título de danos morais coletivos. Esta quantia será quitada de forma conjunta por todos os condenados, independentemente da duração da pena.

Outros 54 réus poderiam ter se beneficiado do acordo de não persecução penal (ANPP) proposto pela Procuradoria-Geral da República (PGR), mas rejeitaram essa possibilidade.

Portanto, segundo a denúncia da PGR, eles permaneceram no acampamento montado no Quartel General do Exército, em Brasília. Eles não participaram da invasão à Praça dos Três Poderes.

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