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Careca do INSS recebe punição na prisão após ser flagrado com cannabis na cela

O empresário alegou que fazia uso do produto de forma contínua e que não imaginava que pudesse gerar qualquer tipo de irregularidade.

Redação

10 de julho de 2026 às 16:54   - Atualizado às 16:58

Antônio Carlos Camilo Antunes, empresário conhecido como Careca do INSS

Antônio Carlos Camilo Antunes, empresário conhecido como Careca do INSS Foto: Lula Marques/ Agência Braasil

Apreendido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, recebeu uma punição administrativa após agentes penitenciários encontrarem um hidratante labial com cannabis dentro de sua cela. O material foi localizado durante uma ronda realizada em 2 de junho, segundo as informações divulgadas sobre o caso.

Antônio Carlos Camilo Antunes está preso por suspeita de comandar um esquema bilionário de desvios envolvendo folhas de pagamento de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Agora, além das investigações relacionadas ao suposto esquema, ele também enfrenta as consequências da apreensão do produto considerado irregular dentro da unidade prisional.

De acordo com as informações conhecidas até o momento, agentes penitenciários localizaram o hidratante labial durante uma inspeção de rotina realizada na cela ocupada pelo empresário no Complexo Penitenciário da Papuda. A fiscalização integra os procedimentos adotados pela administração da unidade para verificar o cumprimento das normas internas e impedir a entrada ou permanência de objetos proibidos.

Após a apreensão do produto, a direção da unidade prisional adotou as medidas administrativas previstas para situações desse tipo. O caso passou por análise interna, o que resultou na aplicação de uma punição ao detento.

Por meio da defesa, Antônio Carlos Camilo Antunes afirmou que utilizava o hidratante labial desde outubro do ano passado. Segundo os advogados, ele não tinha conhecimento de que o item poderia ser considerado proibido dentro do sistema prisional.

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Ainda conforme a manifestação da defesa, o empresário alegou que fazia uso do produto de forma contínua e que não imaginava que sua composição pudesse gerar qualquer tipo de irregularidade durante o cumprimento da prisão.

Até o momento, as informações divulgadas não detalham qual foi a penalidade administrativa aplicada ao preso nem apresentam novos desdobramentos relacionados especificamente à apreensão do hidratante labial. Enquanto responde às acusações relacionadas ao caso do INSS, o empresário permanece custodiado na Papuda, onde está sujeito às regras estabelecidas pela administração penitenciária.

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