Lula da Fonte. Foto: Divulgação
A partir desta segunda-feira, 12 de maio, o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP), de apenas 24 anos, faz história ao assumir interinamente a presidência da Câmara dos Deputados. O atual segundo-secretário da Casa torna-se o parlamentar mais jovem a ocupar o cargo em toda a história do Parlamento brasileiro. A interinidade ocorre em virtude da viagem internacional do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que participa de fórum em Nova York, nos Estados Unidos.
“A Câmara dos Deputados é a casa do povo brasileiro e minha prioridade é garantir o bom andamento da casa, respeitando o diálogo, a transparência e a responsabilidade com o país. Assumo essa missão com muita seriedade e compromisso com a democracia. Agradeço ao presidente Hugo Motta pela confiança e a todo povo pernambucano que me fez chegar até aqui. Podem ter a certeza que irei garantir os princípios constitucionais de respeito aos poderes.” disse o parlamentar.
Durante a ausência de Hugo Motta, o deputado pernambucano será responsável por conduzir e representar institucionalmente a Câmara dos Deputados. Em seu primeiro mandato na Casa, Lula da Fonte já se consolidou como uma liderança ativa e respeitada, desempenhando um papel de destaque na segunda-secretaria e contribuindo com responsabilidade para o funcionamento da Casa.
O deputado foi eleito com o voto de 437 deputados para segunda-secretaria, o que constata sua influência e seu respeito entre os pares, tornando-o uma das lideranças políticas mais promissoras do país.
Desde o mandato do ex-deputado e ex-presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, a partir de fevereiro de 2005, nenhum pernambucano assumiu a presidência da Câmara dos Deputados, mesmo que interinamente, como Lula da Fonte.
O jovem deputado, ainda em seu primeiro mandato, evidencia a confiança depositada em novos nomes para garantir a estabilidade e o pleno funcionamento do Poder Legislativo.
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O projeto também assegura ao trabalhador um adicional de insalubridade em grau máximo, com adicional de 40% da remuneração.
Segundo a parlamentar, parte da oposição utiliza a retórica conservadora para proteger políticos corruptos e interesses próprios.
O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), que fez diversas alterações na versão original da proposta, encaminhada pelo governo ao Congresso.
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