A deputada também criticou Anthony Fauci, ex-conselheiro médico chefe do presidente dos EUA, afirmando que documentos recentes teriam revelado supostos problemas relacionados à condução do momento.
Clarissa Tércio, deputada federal Foto divulgação
A deputada federal Clarissa Tércio (PL-PE) publicou um vídeo em seu perfil do Instagram nesta terça-feira, 4 de agosto, onde relata a experiência de seu pai durante a pandemia de Covid-19 e faz críticas às medidas adotadas na época e à atuação de autoridades sanitárias (assista o vídeo abaixo).
A parlamentar afirma que o pai teve um quadro grave de Covid-19, mas foi tratado em casa com medicamentos como hidroxicloroquina, sem isolamento ou uso de máscara, e atribui sua recuperação a esse tratamento e ao acompanhamento familiar.
Em seguida, Clarissa critica Anthony Fauci, imunologista e ex-conselheiro médico chefe do presidente dos Estados Unidos, afirmando que documentos recentes teriam revelado supostos problemas relacionados à condução da pandemia, incluindo a vacinação e a restrição a tratamentos precoces.
A deputada também relata ter participado de ações de atendimento a pessoas com Covid-19 em comunidades, afirmando que mais de mil pessoas foram atendidas com sucesso. Segundo ela, médicos e profissionais que defendiam tratamentos precoces sofreram perseguição e foram rotulados como “negacionistas”.
Por fim, a parlamentar questiona quantas vidas poderiam ter sido salvas caso houvesse maior liberdade para discutir tratamentos durante a pandemia e conclui defendendo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estava certo em suas posições sobre a Covid-19, afirmando que a verdade sobre o período ainda será revelada.
Declarações de Alexandre Garcia voltaram a repercutir nas redes sociais após desdobramentos de uma audiência no Senado dos Estados Unidos envolvendo o médico Anthony Fauci, figura central na resposta sanitária americana à pandemia de Covid-19.
Em sua análise, o jornalista destacou que Fauci invocou a Quinta Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante o direito de permanecer em silêncio para não se autoincriminar, ao responder a questionamentos de senadores americanos. Para Garcia, o episódio revelaria uma tentativa de ocultar informações sobre tratamentos precoces.
"Mostraram todas as informações que ele já tinha sobre a ivermectina ser eficaz contra a Covid, mas ele preferió tocar a terapia genética e deixar as pessoas serem entubadas, hospitalizadas, quando não precisavam de nada disso", afirmou o jornalista em seu comentário.
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Para que a proibição permaneça em vigor, o texto deverá passar por uma comissão mista, formada por deputados e senadores, e posteriormente ser votado nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados.
O texto também determina que a deficiência da criança ou do adolescente seja avaliada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, conforme previsto no Estatuto da Pessoa com Deficiência.
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