Ponto de recarga de carro elétrico Foto: José Cruz/Agência Brasil
A Câmara dos Deputados vai instalar 19 pontos de recarga para carros elétricos em seus prédios e anexos.
O edital de licitação foi aberto no dia 9 deste mês, e as propostas serão analisadas nesta terça-feira, dia 20 de maio. A Casa tem somente um veículo elétrico na frota, por um contrato com a empresa BYD.
De acordo com o documento, a estimativa de gastos permanece sigilosa até a definição da empresa responsável pelo projeto. O edital também prevê que as estações devem ser entregues em até 60 dias após a assinatura do contrato.
A licitação inclui ainda o fornecimento de 60 licenças do software de gerenciamento dos pontos de recarga, além do suporte técnico pelo período de 36 meses.
A Câmara justificativa que a instalação dos pontos de recarga é necessária pela "crescente da adoção de carros elétricos", o que provocou uma demanda significativa por essa infraestrutura nos edifícios administrados pela Casa.
Em 2023, um projeto piloto instalou três estações de recarga e implementou um software de gerenciamento para avaliar desafios técnicos e comportamentais.
"Com o sucesso do projeto, a Câmara planeja expandir essa infraestrutura, adquirindo 19 carregadores adicionais e ampliando as licenças do software para atender a todos os edifícios administrados, promovendo a sustentabilidade ambiental e reforçando seu compromisso com práticas sustentáveis", afirmou a Casa.
Na frota oficial, a Câmara dos Deputados possui apenas um carro elétrico, cedido pela empresa chinesa BYD em regime de comodato, sem custos para a Casa.
Desde janeiro de 2024, a fabricante chinesa tem cedido veículos para uso em órgãos públicos na capital federal. O carro concedido à Câmara é do modelo Tan, avaliado em R$ 449 mil.
No edital, a Câmara argumenta que o projeto está alinhado com os objetivos de responsabilidade ambiental.
A licitação exige que a contratação atenda a critérios de sustentabilidade, incluindo o descarte ambientalmente adequado dos resíduos gerados pelos pontos de recarga.
Estadão Conteúdo
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