Vereador Eduardo Moura. Foto: Reprodução/Câmara do Recife
A sessão ordinária da Câmara Municipal do Recife desta segunda-feira, 30 de junho, foi marcada por um momento de tensão entre o vereador Eduardo Moura (Novo) e pessoas presentes na galeria. Enquanto discursava da tribuna, o parlamentar ouviu gritos que o chamavam de “fascista” e “racista”.
A situação gerou bate-boca, ameaça de condução à delegacia e a suspensão da sessão por 10 minutos.
Eduardo Moura usava a palavra quando as manifestações vindas do público começaram a interferir diretamente em sua fala. Visivelmente irritado, o vereador interrompeu seu pronunciamento e passou a confrontar verbalmente quem protestava. Ele chegou a apontar para uma das pessoas na galeria e afirmou que poderia levá-la à delegacia.
Em seguida, o presidente da Casa, Romerinho Jatobá (PSB) anunciou a suspensão da sessão por 10 minutos para tentar conter os ânimos e restaurar a ordem no plenário.
Não é a primeira vez que Eduardo Moura se envolve em polêmicas durante sessões na Câmara. Representando o partido Novo, o parlamentar é conhecido por adotar um discurso combativo e de forte posicionamento ideológico, o que, por vezes, gera reações intensas por parte de movimentos sociais e de grupos que acompanham as sessões legislativas.
Até o momento, a assessoria do vereador não divulgou nota oficial sobre o ocorrido. Também não houve informações de que algum boletim de ocorrência tenha sido registrado após a sessão.
A Câmara Municipal do Recife permite o acompanhamento das sessões por parte do público, seja presencialmente, na galeria, ou de forma virtual, por meio da transmissão ao vivo nos canais institucionais. Apesar disso, a manifestação nas galerias deve seguir regras específicas de comportamento, de acordo com o regimento interno da Casa.
A sessão seguiu normalmente após a suspensão e, até o momento, nenhum outro incidente foi registrado.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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