Pernambuco, 13 de Fevereiro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Brasil está entre os países mais perigosos do mundo em 2025, aponta relatório internacional

Ranking da ONG ACLED coloca Brasil, México, Equador e Haiti entre as nações com maior nível de violência neste ano.

Portal de Prefeitura

14 de dezembro de 2025 às 11:00

Moradores enfileirando corpos no Rio.

Moradores enfileirando corpos no Rio. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Brasil, México, Equador e Haiti compartilham em 2025 um dado alarmante: os quatro países figuram entre os dez mais perigosos do mundo, segundo o índice global de conflitos divulgado pela organização não governamental ACLED (Projeto de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos).

O levantamento, publicado nesta quinta-feira (11), avalia o nível de violência em diversos países com base em quatro indicadores principais: mortalidade, risco para civis, dispersão geográfica dos conflitos e quantidade de grupos armados em atuação.

México aparece entre zonas de guerra

O México ocupa a quarta posição no ranking, mantendo o mesmo lugar registrado em 2024. O país aparece atrás apenas de Palestina, Mianmar e Síria, nações que enfrentam conflitos armados de grande escala e guerras recentes.

A presença mexicana no topo da lista reflete o avanço da violência ligada ao crime organizado, com disputas territoriais entre facções e altos índices de homicídios, que afetam diretamente a população civil.

Brasil preocupa pela atuação de facções criminosas

O Brasil aparece na sétima colocação, posição que acende um alerta para autoridades e sociedade. Segundo o relatório, o destaque negativo do país está ligado à atuação de quadrilhas e facções criminosas, que disputam o controle de territórios, especialmente em grandes centros urbanos.

Veja Também

A violência armada, os confrontos entre grupos criminosos rivais e o impacto direto sobre civis colocam o país em um patamar de risco comparável ao de nações marcadas por conflitos internos prolongados.

Haiti vive colapso de segurança e instabilidade política

O Haiti ocupa a oitava posição no ranking e enfrenta uma situação ainda mais crítica. O país sofre com a instabilidade política contínua, o enfraquecimento das instituições estatais e o domínio de gangues armadas, que controlam bairros inteiros e dificultam o funcionamento básico do Estado.

De acordo com a ACLED, a ausência de controle governamental efetivo amplia o risco para civis e contribui para o agravamento da crise humanitária no país.

Violência armada avança fora de cenários de guerra formal

O relatório chama atenção para o fato de que países sem guerras declaradas, como Brasil e México, apresentam níveis de violência comparáveis aos de zonas de conflito armado. Para especialistas, o dado reforça a necessidade de políticas públicas eficazes de segurança, combate ao crime organizado e fortalecimento institucional.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

01:05, 13 Fev

Imagem Clima

24

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Senador Flávio Bolsonaro.
Posição

Flávio Bolsonaro afirma que, se eleito, manterá Bolsa Família "enquanto as pessoas precisarem"

Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.

Vereadora do PSOL, Jô Cavalcanti, alvo de ataques e prefeito do Recife, João Campos.
Vídeo

Vereadora do PSOL sofre ataques nas redes sociais após assinar CPI para investigar João Campos

A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.

Faixada da Petrobras
Petroquímica

Petrobras abre mão de controlar Braskem e mantém participação minoritária

A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.

mais notícias

+

Newsletter