Braga Netto e Jair Bolsonaro. Foto: Alan Santos/PR
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta quinta-feira, 11 de setembro, o general Braga Netto a 26 anos de prisão em regime fechado na ação penal da trama golpista.
General da reserva e candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro em 2022, o militar já está preso desde dezembro do ano passado sob a acusação de obstruir a investigação sobre a tentativa de golpe para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A pena foi definida após o colegiado entrar na fase da dosimetria das condenações dos oito réus da trama golpista.
Mais cedo, por 4 votos a 1, o colegiado condenou os acusados pelos crimes de crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.
Braga Netto foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de participação na elaboração do plano Copa 2022, operação clandestina que seria liderada por militares kids-pretos, com planejamento voltado ao sequestro e homicídio do ministro Alexandre de Moraes.
Em um dos depoimentos de delação premiada, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, réu e delator da trama golpista, disse que Braga Neto entregou a ele dinheiro dentro de uma sacola de vinho para o financiamento das ações do plano golpista.
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O deputado reforçou que os problemas se repetem todos os anos durante o período de temporal.
A aprovação aconteceu nesta terça-feira, 7 de abril, no Sertão do São Francisco, na abertura da segunda etapa do Circuito Literário de Pernambuco (Clipe) 2026.
O texto foi protocolado na última segunda-feira, 6 de abril e, logo após a apresentação, seguiu para análise na Secretaria Geral da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco.
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