Ex-presidente da República Jair Bolsonaro. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Um parecer médico elaborado por peritos da Polícia Federal concluiu que o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) exige acompanhamento contínuo, mas não impede sua permanência no presídio.
Bolsonaro está detido no 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha, desde o dia 15 de janeiro.
No mesmo dia, Moraes determinou que fosse feita uma nova avaliação por uma junta médica da Polícia Federal sobre a necessidade de prisão domiciliar, fixando um prazo de 10 dias para que o laudo fosse apresentado no processo. Antes, o ex-presidente estava detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
A avaliação clínica foi realizada em 20 de janeiro. De acordo com o laudo, Bolsonaro necessita de cuidados como monitoramento rigoroso da pressão arterial, hidratação adequada, alimentação fracionada, realização periódica de exames laboratoriais e de imagem, além do uso contínuo de aparelho CPAP para o tratamento da apneia do sono e do ronco.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista engendrada por ele e militares de alta patente nas eleições de 2022.
Os médicos ressaltam que todas essas recomendações podem ser atendidas no ambiente prisional. O relatório também afirma que as comorbidades apresentadas pelo ex-presidente não justificam, neste momento, a transferência para uma unidade hospitalar.
Na quarta-feira, 4, a defesa de Jair Bolsonaro relatou o que chamou de "piora" nos últimos dias no estado de saúde do ex-presidente. Em petição em seu processo de execução penal, os advogados apontam que ele passou a sofrer com "episódios eméticos" (vômito) e crises de soluço acentuadas.
Estadão Conteúdo
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A bancada estadual discutiu a reorganização estratégica nas comissões, com foco em fortalecer a presença da federação e ampliar a participação nos debates de interesse do estado.
A montagem foi compartilhada na plataforma Truth Social e rapidamente provocou críticas de diferentes setores, incluindo aliados do republicano.
Graduada em direito, a servidora ingressou no INSS em 2003 como Analista do Seguro Social. Atualmente, ocupava o cargo de secretária executiva adjunta do MPS.
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