07 de dezembro de 2023 às 15:29
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou um trecho da participação do presidente Lula (PT) e da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na Cúpula do Clima (COP 28).
Em discurso, o petista passou a palavra para Marina e disse que a sua ministra "nasceu na floresta".
"Eu não poderia utilizar a palavra sobre as florestas, se eu tenho no meu governo uma pessoa da floresta. A Marina nasceu na floresta, se alfabetizou aos 16 anos", disse.
Após a fala viralizar uma publicação na rede social X (antigo Twitter), Bolsonaro respondeu dizendo que os dois mereciam ganhar rosquinhas.
"Pela atuação dos profissionais merecem rosquinha!", comentou.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se emocionou neste sábado, 2 de dezembro, durante evento da Cúpula do Clima da ONU, COP-28, ao ceder seu espaço na plenária de países florestais para que a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, discursasse em seu lugar.
Lula faria o discurso final do painel sobre florestas, mas decidiu quebrar o protocolo e passar a palavra para Marina, chorando ao apresentá-la.
Antes de passar a palavra, o presidente aproveitou para cobrar mais uma vez que os países ricos concedam financiamento aos países florestais.
“Compromisso com floresta não é só de governo, é de empresa, sociedade e da ciência. E nós contamos com toda sociedade”, disse.
Na última sexta-feira, o governo brasileiro lançou uma proposta para ampliar o financiamento destinado à conservação de florestas.
O mecanismo sugere a criação de um fundo para captar investimentos que serão revertidos em uma remuneração por hectare preservado.
A ideia do Brasil é que pessoas que conservem a floresta sejam pagas por esse serviço prestado.
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Na audiência, o magistrado também determinou que o governo americano entregue documentos que possam identificar quem criou o registro considerado falso.
Na última pesquisa, divulgada em 24 de julho, 48% rejeitavam Flávio Bolsonaro, enquanto a rejeição a Lula era de 46%. O levantaouviu 2.058 entrevistados, com 16 anos ou mais, de 18 a 20 de agosto.
Em abril, João Campos tinha 50% das intenções de voto, contra 38% de Raquel Lyra. Agora, quatro meses depois, o ex-prefeito aparece com 40%, enquanto a governadora chegou a 47%.
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