A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
01 de outubro de 2026 às 08:25 - Atualizado às 08:27
Lula e Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) registraram 49% de rejeição cada na nova pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta quinta-feira, 1º de setembro. Os dados fazem parte de um levantamento sobre a disputa presidencial de 2026 e indicam os candidatos que os entrevistados afirmaram que não votariam.
Na sequência dos resultados apresentados pelo instituto, Renan Santos (Missão) aparece com 43% de rejeição. Os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registraram 39% e 34%, respectivamente.
Rui Costa Pimenta (PCO) e Augusto Cury (Avante) marcaram 33% cada. Leonardo Avalanche (PRTB) teve 29%, enquanto Samara Martins (UP) registrou 28%. Já Wilson Grassi (Democrata) e Hertz Dias (PSTU) aparecem com 26% cada.
Completam os resultados Edmilson Costa (PCB), com 24%, e Clariana Barão (DC), com 23%. Ao todo, 1% dos entrevistados afirmou que poderia votar em qualquer um dos candidatos, enquanto outros 1% não souberam ou não responderam.
A pergunta sobre rejeição permitiu que cada entrevistado indicasse mais de um candidato em quem não votaria. Por isso, os percentuais não representam uma distribuição que necessariamente some 100%.
O levantamento ouviu 2.000 eleitores entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026, por meio de entrevistas por telefone e recrutamento digital. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09503/2026. Os resultados refletem as respostas dos entrevistados durante o período em que a pesquisa foi realizada.
A rodada atual apresenta mudança em relação ao levantamento nacional anterior do mesmo instituto, divulgado em 24 de setembro, quando Lula tinha 50% de rejeição e Flávio Bolsonaro aparecia com 49%. Naquela pesquisa, a metodologia também permitia respostas múltiplas.
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Levantamento divulgado nesta quarta-feira (21) mostra oscilação de um ponto nos índices de aprovação e desaprovação. A avaliação negativa da gestão caiu para 38%.
O levantamento entrevistou 2.154 pessoas entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A vantagem em favor do senador passou de 2 pontos porcentuais para 1. Com isso, a distância entre os candidatos diminuiu a quatro dias para o segundo turno, que acontece no dia 25 de outubro.
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