Sóstenes Cavalcante, Hugo Motta e Glauber Braga. Foto: Montagem Portal/Divulgação
O deputado Sóstenes Cavalcante reagiu ao acordo feito entre o deputado Glauber Braga (PSOL) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), que prometeu adiar a votação da cassação do parlamentar em plenário para o segundo semestre deste ano.
Sóstenes, que é líder do PL na Câmara dos Deputados, afirmou - por meio de suas redes sociais -, que respeita o gesto de Motta e salientou que tem a confiança de que ele fará o mesmo com os presos envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de janeiro.
"Presidente Hugo Motta, respeitamos o gesto com o deputado do PSOL, garantindo prazo e dignidade. Temos plena confiança de que o mesmo será feito com os patriotas presos injustamente. Idosos seguem encarcerados, com saúde fragilizada e direitos ignorados", escreveu.
"A urgência da Anistia tem 264 assinaturas. Não é caso de 1 único deputado. É o grito da maioria — e do povo. Na sua posse, o senhor afirmou: 'Servir ao Brasil, servir ao Brasil, servir ao Brasil'. Sabemos que o senhor tem lado: o lado da justiça. O lado da palavra cumprida. O lado do Brasil que acredita na liberdade", complementou o líder do PL.
Sóstenes e outros parlamentares bolsonaristas estão pressionando para que Motta coloque em votação a urgência do projeto de lei que prevê a anistia aos golpistas. No entanto, o presidente da Casa tem se mostrado relutante para fazer isso e já afirmou que é o colégio de líderes que define as votações no plenário.
“Democracia é discutir com o Colégio de Líderes as pautas que devem avançar. Em uma democracia, ninguém tem o direito de decidir nada sozinho”, afirmou Motta, acrescentando que é preciso ponderar os riscos que cada pauta tem para a estabilidade institucional do país.
“É preciso também ter responsabilidade com o cargo que ocupamos, pensando no que cada pauta significa para as instituições e para toda a população brasileira”, completou o parlamentar em publicação nas redes sociais.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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