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Apoiadores de Jair Bolsonaro convocam ato "Reaja Brasil" no dia 7 de setembro

O movimento tem como principal pauta a defesa da anistia para os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Everthon Santos

16 de agosto de 2025 às 13:35

Reaja Brasil, ato de apoiadores de Jair Bolsonaro.

Reaja Brasil, ato de apoiadores de Jair Bolsonaro. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Apoiadores do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) estão se mobilizando para realizar um novo ato em Brasília no próximo dia 7 de setembro.

O movimento integra a série de manifestações batizadas de “Reaja Brasil” e tem como principal pauta a defesa da anistia para os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

A convocação circula nas redes sociais de parlamentares ligados ao ex-presidente. Entre as publicações que ganharam repercussão está a da deputada federal Bia Kicis (PL-DF).

“Ele está preso, mas nós não”, diz um trecho do vídeo divulgado em seus perfis oficiais, em referência a Bolsonaro, que está em prisão domiciliar.

Na legenda que acompanha o vídeo, Bia Kicis reforça o convite aos apoiadores.

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“Dia 07/09 estaremos juntos em Brasília, em defesa da nossa pátria! Pela anistia, pelas liberdades e contra toda forma de tirania. Não vamos recuar, vamos continuar lutando pelo Brasil!”, escreveu.

O ato acontece em uma data simbólica para os apoiadores do ex-presidente. O 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, foi usado por Bolsonaro em diferentes ocasiões durante seu mandato como momento de mobilização popular.

Desde que deixou a Presidência, os atos de rua passaram a ser organizados por parlamentares e lideranças alinhadas ao seu grupo político.

O movimento “Reaja Brasil” tem surgido em diferentes capitais do país ao longo deste ano e concentra seus discursos na defesa da anistia para aqueles que participaram dos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília. 

Os atos também trazem mensagens em favor da liberdade de expressão, críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Sivla (PT).

Prisão de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou na segunda-feira, 4 de agosto, a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, determinou o confisco do celular do ex-presidente. Moraes concluiu que Bolsonaro descumpriu as medidas cautelares impostas inicialmente.

No dia 3 de agosto, durante a manifestação realizada na Avenida Paulista, o ex-presidente discursou por meio de um contato pelo telefone com o filho Flávio Bolsonaro, que publicou o discurso nas redes. Moraes havia determinado que Bolsonaro não poderia usar as redes, mesmo por meio de terceiros.

Na decisão Moraes afirmou que "agindo ilicitamente, o réu Jair Messias Bolsonaro se dirigiu aos manifestantes reunidos em Copacabana, no Rio de Janeiro, produzindo dolosa e conscientemente material pré-fabricano para seus partidários continuarem a tentar coagir o Supremo Tribunal Federal e obstruir a Justiça, tanto que, o telefonema com seu filho, Flávio Nantes Bolsonaro, foi publicado na plataforma Instagram".

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