Deputado Nikolas Ferreira ao lado do ex presidente Jair Bolsonaro, em manifestação Anistia Já. Foto: Reprodução
Na noite de segunda-feira, 24 de novembro, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou em sua conta no X (antigo Twitter) que a proposta de anistia poderá ser votada na quarta-feira, 26, na Câmara dos Deputados.
Segundo o parlamentar, há uma articulação da oposição para levar o tema à pauta.
“Rumores de que Anistia será pautada nessa quarta. Muito trabalho da oposição pra que isso se concretize. Ação e oração”, escreveu o deputado.
A oposição corre contra o tempo para pautar a anistia na Câmara após o ex-presidente Jair Bolsonaro ser preso de forma preventiva por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após o ex-presidente tentar romper a tornozeleira eletrônica.
No mês de setembro, o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator da PL da Anistia, agora rebatizado de PL da Dosimetria, declarou em entrevista à CNN que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será contemplado com a redução de penas, caso o projeto seja aprovado.
"Ele será beneficiado em alguns crimes que foram imputados a ele, nós não vamos pegar todos os crimes, vamos pegar alguns crimes que foram imputados, e que não vai servir só para o Bolsonaro, mas pra todos, e esses crimes serão beneficiados", afirmou o relator.
Segundo Paulinho, o objetivo é diminuir punições de parte dos envolvidos nos atos do 8 de janeiro. Ele acrescentou que a proposta busca atender tanto ao Parlamento quanto à população.
"O que a gente precisa é beneficiar uma parte das pessoas, reduzindo as penas. Eu preciso agradar a maioria do Congresso e a maioria do povo brasileiro que quer uma vida diferente dessa polarização", disse.
O deputado afirmou ainda que pretende ouvir todas as bancadas da Câmara na próxima semana, para acelerar a tramitação da proposta.
"Vou ouvir todas as bancadas e ouvir o que cada um quer. Quem atentou contra a democracia, quem atentou contra o Estado de Direito, isso não será contemplado. Se isso vai entrar ou não em outro projeto vai depender do que vou tratar semana que vem", concluiu.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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