Ataques de 8 de Janeiro Marcelo Camargo/Agência Brasil
A maioria dos deputados federais e senadores não acreditam que o Congresso Nacional irá aprovar alguma medida de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, segundo pesquisa realizada pelo Ranking dos Políticos.
De acordo com o levantamento, 48,2% dos senadores e 36,5% dos deputados federais avaliam que nenhuma proposta de anistia será aprovada.
A possibilidade de uma anistia ampla, geral e irrestrita é ainda mais remota: apenas 7,5% dos deputados e 3,7% dos senadores consideram provável que essa medida seja votada em 2025.
Embora a rejeição à anistia seja predominante, parte dos parlamentares acredita em uma alternativa mais branda. Segundo a pesquisa, 33,3% dos senadores e 31,8% dos deputados avaliam que pode haver redução de penas para os envolvidos, especialmente em 2026.
O estudo ouviu 107 deputados federais de 20 partidos e 27 senadores de 12 legendas, por meio de entrevistas presenciais ou telefônicas entre os dias 21 e 31 de outubro.
A metodologia respeitou a representatividade partidária e incluiu parlamentares da base do governo, oposição e independentes. O levantamento tem margem de erro de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Pesquisa divulgada pelo instituto PoderData em outubro deste ano, mostra que 64% dos brasileiros são contra a anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.
O número revela que a medida é mais rejeitada do que em março, quando 51% se posicionaram contra. O apoio à proposta também caiu, antes eram 37%, agora são 27%. 9% preferiram não responder à questão.
O instituto entrevistou 2.500 pessoas entre os dias 27 e 29 de setembro em 178 municípios de todo o país. A margem de erro é 2 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.
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A definição ocorreu depois de uma série de conversas entre os dois políticos e integrantes da direção nacional do partido Novo.
O ministro do STF Edson Fachin disse que a medida representa "uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão".
Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
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