Zezé Di Camargo pede anistia para condenados pelos atos de 8 de janeiro. Fotos: Reprodução/ Redes Sociais e Divulgação
O show da dupla Zezé Di Camargo e Luciano, realizado na última segunda-feira, 13 de outubro, custou R$ 450 mil aos cofres públicos de Porto Belo (SC).
A apresentação ocorreu durante o 10º Festival do Camarão, tradicional evento do município de cerca de 30 mil habitantes, localizado no litoral norte de Santa Catarina.
Durante a apresentação, Zezé Di Camargo defendeu a anistia aos presos dos atos de 8 de janeiro, o que gerou repercussão nas redes sociais.
Os artistas foram contratados por inexigibilidade de licitação, ou seja, sem processo concorrencial. De acordo com o Portal da Transparência da cidade, a empresa Live Talentos, responsável por representar a dupla, recebeu o valor de R$ 450 mil por 110 minutos de show.
O montante foi pago pela Fundação de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Porto Belo, órgão responsável pela organização do festival, que tem como objetivo impulsionar o turismo local. A região é conhecida por atrair visitantes de diversas partes do Brasil e da América do Sul em razão de suas praias.
Enquanto se apresentava, o artista recebeu a camiseta arremessada por um fã e, sem hesitar, a exibiu diante do público. O gesto provocou uma reação imediata da plateia, que respondeu com aplausos e gritos de apoio. O momento foi registrado por vídeos que circularam nas redes logo após o evento.
A manifestação foi interpretada como mais um sinal de apoio de Zezé Di Camargo ao ex-presidente Jair Bolsonaro e ao movimento que pede anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando ocorreram invasões e depredações nas sedes dos Três Poderes, em Brasília. Até o momento, Zezé Di Camargo não se pronunciou publicamente sobre o episódio.
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A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00223/2026. A coleta ocorreu entre 13 e 15 de outubro. Foram ouvidas 1.500 pessoas.
''Em conjunto com a minha equipe, entendi que ainda não estou em condições ideais para competir no nível que gostaria e que não precisamos apressar a minha volta", afirmou.
Corte decidiu por unanimidade manter medida que impede redução da distribuição de publicações eleitorais. O descumprimento prevê multa diária de R$ 500 mil.
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