Ministra da Igualdade Racial Anielle Franco. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, foi autorizada pela Comissão de Ética Pública (CEP) a integrar o Conselho de Administração da Alelo, empresa controlada pelo Banco do Brasil e Bradesco.
A indicação partiu do Banco do Brasil e permitirá que a ministra acumule o salário de R$ 46,3 mil do ministério com um adicional entre R$ 10 mil e R$ 15 mil mensais, elevando seus ganhos para mais de R$ 60 mil por mês. As informações são do O Globo.
Segundo a CEP, não há conflito de interesses no acúmulo das funções, desde que Anielle siga regras para evitar o uso de informações privilegiadas e se declare impedida em decisões do ministério que envolvam a Alelo.
A relatora do caso, Maria Lúcia Barbosa, reforçou que a função é de natureza privada e não está sujeita às mesmas restrições aplicadas a servidores públicos.
O Conselho de Administração da Alelo é formado por até oito membros, eleitos com mandato de dois anos e possibilidade de reeleição. Esta não é a primeira vez que a ministra ocupa um assento do tipo.
Em 2023, Anielle foi indicada pelo BNDESPar para o conselho da metalúrgica Tupy, mas deixou o posto em maio de 2025.
Na ocasião, Anielle assumiu o cargo sem consultar a Comissão de Ética Pública, o que contraria a lei. Após questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a situação foi regularizada com a aprovação da CEP.
Até o momento, o Ministério, Alelo e Banco do Brasil não se pronunciaram sobre o caso.
O Conselho de Administração da Alelo é presidido por Vinicius Urias Favarão e tem como vice-presidente Lucinéia Possar. Também integram o colegiado Marcelo de Araújo Noronha, Euler Antônio Luz Mathias, José Ramos Rocha Neto, Bruno Alves do Nascimento, Rogério Pedro Câmara e Ana Julia de Vasconcelos Carepa. Na Diretoria Executiva, estão Esther Dalmas e Flávio Augusto Corrêa Basilio.
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