De acordo com o deputado estadual Pastor Júnior Tércio, a iniciativa busca combater o uso e o tráfico de drogas ilícitas nos principais destinos turísticos do estado.
Pastor Júnior Tércio. Foto: Roberto Soares/ Alepe
No Dia Internacional de Combate às Drogas, celebrado nesta quinta-feira, 26 de junho, o deputado estadual Pastor Júnior Tércio apresentou na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) o Projeto de Lei nº 3062/2025, que propõe a criação da campanha “Droga Zero nos Pontos Turísticos”.
A iniciativa busca combater o uso e o tráfico de drogas ilícitas nos principais destinos turísticos do estado, por meio de ações permanentes de conscientização, fiscalização e educação.
O projeto tem como meta transformar os atrativos turísticos de Pernambuco em ambientes mais seguros, saudáveis e acolhedores para turistas, moradores e trabalhadores do setor.
Para isso, o texto prevê a atuação integrada de órgãos das áreas de segurança pública, saúde, educação e turismo, além da realização de atividades educativas como palestras, oficinas e campanhas informativas voltadas à população local e aos visitantes.
A medida também incentiva a ampla divulgação de canais de denúncia anônima e de apoio a dependentes químicos, como forma de envolver diretamente a sociedade no enfrentamento ao problema. A proposta busca facilitar o acesso da população a meios seguros de denúncia e orientação, ampliando a rede de proteção social em torno dos pontos turísticos.
“A droga desestrutura famílias, destrói vidas e afasta o que temos de mais precioso: nossos valores. Queremos garantir que esses espaços sejam seguros e propícios à convivência familiar, valorizando o turismo como motor da economia e ferramenta de transformação social”, afirmou o parlamentar.
A campanha será permanente, com intensificação das ações nos períodos de alta temporada, e poderá ser executada em parceria com entes municipais, estaduais, federais, além de entidades da sociedade civil e da iniciativa privada. A proposta segue agora para tramitação nas comissões da Alepe.
O deputado estadual Pastor Júnior Tércio (UP) voltou a usar suas redes sociais para comentar temas ligados à fé cristã e ao comportamento nas famílias.
Desta vez, o parlamentar fez um alerta direto sobre o consumo de filmes de terror, que, segundo ele, podem ter consequências espirituais graves.
O deputado compartilhou uma citação da atriz norte-americana Candace Cameron Bure. Na frase divulgada, a atriz afirma: “Filmes de terror são portais para coisas demoníacas”.
“Ela mesma não permite esse tipo de conteúdo em sua casa. E você? Ainda acha que é só um filminho?”, escreveu o deputado.
Júnior Tércio aproveitou a postagem para fazer um apelo à proteção espiritual dos lares e destacou a importância de filtrar o que entra dentro de casa através das telas.
“O inimigo só precisa de uma brecha. Não brinque com o que é espiritual. Sua casa é território sagrado. Proteja!”, afirmou o parlamentar.
O deputado Pastor Júnior Tércio apresentou, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o Projeto de Lei nº 2822/2025, que visa proibir a realização de eventos clandestinos e irregulares em todo o estado.
A proposta abrange festas popularmente conhecidas como “pancadão”, “baile do inferninho” e “muvucão”, e tem como objetivo preservar a ordem pública, a segurança e o direito ao sossego da população.
Segundo o parlamentar, essas aglomerações têm gerado constantes transtornos, como poluição sonora, consumo de drogas, violência e bloqueios irregulares de vias públicas.
“A intenção não é proibir manifestações culturais, mas garantir que os eventos ocorram dentro dos limites legais e respeitem a ordem pública e a convivência harmônica da comunidade. Precisamos equilibrar o direito à diversão com o respeito ao sossego dos cidadãos”, afirmou Pastor Júnior Tércio.
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A fala do parlamentar aconteceu na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta-feira, 5 de fevereiro.
Os escolhidos por sorteio foram os deputados Sileno Guedes (PSB), Coronel Alberto Feitosa (PL) e Waldemar Borges (MDB), que foram escolhidos por sorteio.
Segundo o procurador da Casa os pareceres foram liberados sem apontar inconstitucionalidade manifesta.
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