Ilustração de pagamento por pix em ônibus. Foto: Alepe/Reprodução
Foi aprovado, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), um projeto de lei que autoriza a ampliação das formas de pagamento da tarifa de ônibus no Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife. A medida prevê a adoção de meios digitais, como o PIX e cartões, para a quitação da passagem.
Com a mudança, o sistema deverá se estruturar para implantar e gerir as novas modalidades de pagamento eletrônico, com o objetivo de modernizar o serviço e ampliar as opções oferecidas aos usuários do transporte público na Região Metropolitana do Recife.
A proposta é de autoria do deputado estadual Wanderson Florêncio. Segundo o texto aprovado, a nova regra entrará em vigor 90 dias após a sanção e a publicação da lei.
O ministro das Cidades, Jader Filho, confirmou na terça-feira, 24 de fevereiro, que o Governo Federal segue estudando a viabilidade de implementar a chamada Tarifa Zero no transporte público, em todo o Brasil.
Segundo o ministro, a medida pode ser uma resposta à crise enfrentada pela maioria dos sistemas de transporte público do país, baseado em um modelo segundo o qual usuários e Poder Público, juntos, pagam às empresas de ônibus uma tarifa capaz de cobrir os custos operacionais e a margem de lucro previsto.
“Já temos debatido e discutido diversas soluções para esse tema, para que a gente possa fazer uma discussão nacional e chegar a um entendimento e, com isso, melhorar o transporte público nas nossas cidades”, disse Filho.
Ele participou esta manhã, do programa Bom Dia, Ministro – uma co-produção entre a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República e o Canal Gov, transmitida pelos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Segundo o ministro, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministério da Fazenda está elaborando um estudo de viabilidade econômica a fim de identificar possibilidades de mudanças no sistema de transporte público, que, local e regionalmente, são de responsabilidade de prefeituras e governos estaduais.
“E se vamos [avaliar a implementação] de tarifa zero, temos que saber de onde vão sair os recursos [financeiros públicos] para isso; qual o tamanho dessa despesa”, acrescentou Filho, admitindo que qualquer eventual proposta terá que ser discutida com municípios e estados.
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