ACM Neto de um lado e de outro Lula e Jeronimo Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, fez duras críticas aos 20 anos de governos consecutivos do PT na Bahia. Segundo ele, o partido, que se apresenta como defensor dos mais pobres, não conseguiu melhorar os indicadores sociais e econômicos do estado, que continuam entre os piores do país.
“Depois de 20 anos, é preciso reconhecer que o que o PT entrega para a Bahia é muito diferente do que anuncia. Eles se apresentam como defensores dos pobres, mas a realidade é outra: violência, desemprego e pobreza estrutural continuam dominando o estado”, afirmou ACM Neto.
De acordo com o ex-prefeito, a Bahia lidera o ranking de homicídios do país, com a maior parte das vítimas sendo moradores das periferias. Neto ressaltou que a violência atinge principalmente o público que o PT afirma proteger, mostrando uma contradição entre discurso e realidade.
A Bahia também ocupa a segunda pior posição em qualidade de educação no Brasil, segundo dados nacionais. ACM Neto destacou que este resultado compromete o futuro das crianças e adolescentes e evidencia a falta de políticas públicas eficazes.
“Se queremos entender o efeito de um governo que se diz comprometido com a população por duas décadas, basta olhar para os indicadores da Bahia. É violência, pobreza e desemprego, tudo isso sob o discurso de defesa dos pobres”, disse Neto.
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Além da violência e da educação, a Bahia registra atualmente o maior número de pessoas desempregadas do país e concentra um número expressivo de cidadãos vivendo abaixo da linha da pobreza. O ex-prefeito criticou a continuidade de um modelo de gestão que prioriza propaganda em vez de resultados concretos.
ACM Neto lembrou que 14 dos 20 anos de governo do PT na Bahia coincidem com gestões do partido no governo federal, reforçando seu argumento de que os resultados positivos prometidos pelo PT nunca se concretizaram no estado.
Ele afirmou que a situação da Bahia é um exemplo claro de como o marketing político pode divergir radicalmente da realidade vivida pela população, aumentando a frustração social e a necessidade de renovação na gestão estadual.
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