Governador da Bahia ao lado de Lula. Foto: Reprodução
O governo da Bahia, comandado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), alcançou um patamar recorde de endividamento em pouco mais de três anos de gestão. Desde o início do mandato, foram solicitados ou aprovados cerca de R$ 25 bilhões em empréstimos, distribuídos em 20 operações de crédito distintas, incluindo o mais recente pedido de R$ 2 bilhões junto ao Banco do Brasil, com garantia da União.
Segundo o projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), os recursos dessa nova operação de crédito serão direcionados para investimentos previstos no Plano Plurianual e nos orçamentos estaduais, contemplando áreas como mobilidade urbana e interurbana, infraestrutura viária e hídrica, obras públicas e urbanização. O governo afirma que a medida visa “contribuir com a continuidade do desenvolvimento econômico e social da Bahia”.
O mais recente pedido de empréstimo, assim como os anteriores, foi encaminhado para votação em regime de urgência, prática adotada desde o início da gestão Jerônimo Rodrigues. Especialistas em finanças públicas destacam que o volume acumulado de crédito em menos de três anos é considerado elevado para o histórico financeiro do estado, podendo ter impacto nas contas futuras e na capacidade de investimento sem depender de receitas próprias.
O ritmo acelerado de captação de recursos tem gerado debates entre parlamentares e analistas sobre a sustentabilidade fiscal do estado. Por um lado, os empréstimos garantem investimentos estratégicos e obras que beneficiam a população; por outro, elevam a dívida pública e aumentam a pressão sobre o orçamento nos próximos anos.
Além do impacto financeiro, o governador Jerônimo Rodrigues tem usado os empréstimos como instrumento para acelerar projetos estruturantes, buscando atender demandas imediatas em áreas prioritárias para o desenvolvimento da Bahia.
Com o cenário atual, a gestão estadual se aproxima de uma marca histórica em operações de crédito, consolidando uma estratégia de endividamento rápido para financiar investimentos, mas que requer equilíbrio e planejamento para garantir que a capacidade de pagamento do estado não seja comprometida no médio e longo prazo.
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O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são "um problema de saúde pública". Ele ainda afirmou ter formado "a percepção de que as bets devem ser banidas".
Gratificações individuais variam de R$ 149,68 a R$ 10.222,32; profissionais podem contestar os valores nos dias 3 e 4 de novembro.
A decisão judicial prevê ainda o bloqueio de até R$ 324,2 mil em ativos financeiros de quatro integrantes da família.
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