Entre as principais reivindicações está o cumprimento de um acordo firmado em 2024, que prevê melhorias para aposentados e a redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais.
Ministro da Educação, Leonardo Barchini, ao lado do presidente Lula. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Um levantamento divulgado em 17 de abril pela Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) aponta que ao menos 50 das 69 universidades federais do país enfrentam paralisações parciais ou totais de servidores técnico-administrativos.
De acordo com o relatório, há casos de greves que já se estendem por cerca de dois meses, além de novas mobilizações iniciadas no último dia 18. A categoria inclui profissionais que atuam em setores como bibliotecas, rádios universitárias, cantinas e hospitais.
Entre as principais reivindicações está o cumprimento de um acordo firmado em 2024, que prevê melhorias para aposentados e a redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais.
Nos hospitais universitários, os trabalhadores também pedem a regulamentação da escala de plantão 12x60, modelo em que se trabalha 12 horas com 60 horas de descanso.
Em março, a mobilização ganhou reforço com a “Marcha da Classe Trabalhadora”, organizada pelo Comando Nacional de Greve da Fasubra.
O ato também incorporou pautas mais amplas, como o fim da escala 6x1 no setor privado, tema em discussão no Congresso Nacional por meio de uma proposta de emenda à Constituição em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Outro ponto cobrado pela categoria é a regulamentação do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC), benefício financeiro vinculado à qualificação e experiência profissional. Segundo o governo federal, a expectativa é que a medida seja implementada ainda neste mês.
Confira lista de universidades afetadas pela greve:
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Relatos que circulam nas redes sociais indicam que a motocicleta seguia pela via quando teria sido fechada por um carro ao passar pela entrada de Brasília Teimosa.
Também foi estabelecido um período de tolerância de até 10 minutos, em que não há cobrança. Esse intervalo é destinado a paradas rápidas.
Com a alta dos combustíveis, veículos de baixa cilindrada tornam-se ferramentas essenciais para reduzir custos operacionais no varejo e serviços.
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