De acordo com o MPRJ, a participação obrigatória de agressores em grupos reflexivos, prevista na Lei Maria da Penha, tem como objetivo reduzir a reincidência e fortalecer a proteção às vítimas.
"Historicamente, muitos homens foram educados para reprimir emoções, evitar demonstrações de vulnerabilidade e assumir sozinhos o peso das responsabilidades familiares e sociais", escreveu a colunista.
O Supremo atendeu a um recurso da AGU e deixou explícito que a União não deverá arcar com os custos, que pode chegar a R$ 7,2 bilhões em três anos.
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